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Economia

Redução de pessoas no Bolsa Família: “Boa notícia”, dizem líderes empresariais

Ao todo 31.121 pessoas do Espírito Santo deixaram o programa após melhora financeira

Redução de pessoas no Bolsa Família: “Boa notícia”, dizem líderes empresariais
- Fernando Otávio: menos despesa
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Gustavo Andrade

Jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa, atua como repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online, com foco na editoria de Economia e produção de reportagens especiais. Escolheu a profissão por sempre gostar de escrever, além da paixão por esportes e música. Possui experiência também com assessoria de imprensa e produção de vídeos.

Última atualização

A redução do número de famílias beneficiárias do programa Bolsa Família ajudará a compor mão de obra e reduzirá despesa para o governo, disseram empresários ouvidos pela reportagem.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado (ABIH-ES), Fernando Otávio Campos, disse que para o empreendedor capixaba é uma excelente notícia.


“O aumento da renda é claramente positivo, além de movimentar a economia e reduzir a despesa do Estado. O Bolsa Família tem se mostrado um grande problema na questão de oferta de mão de obra e precisamos melhorar os critérios, ampliar a fiscalização e auditoria e assim permitir que este mecanismo seja apenas passageiro e não um impedimento ao crescimento econômico”.

Um dos vice-presidentes da Federação do Comércio do Estado (Fecomércio-ES), José Carlos Bergamin destacou que logo depois da pandemia, houve um aumento expressivo no número de beneficiários e que era natural que com o tempo passasse a ser reduzido.

“Houve aprimoramento dos cadastros, e só quem realmente precisa fica como beneficiário. Todos aqueles que têm chance de ir para o mercado de trabalho, melhoram de vida e ajudam a compor a mão de obra. Tem oportunidade de se qualificarem como muitos cursos gratuitos, como do Senai e Senac”, diz.

Além disso, para Bergamin, a diminuição de famílias beneficiárias possibilita até mesmo o governo a aportar esses recursos nos cursos de qualificação, por exemplo.

Presidente da Associação dos Motoristas de Aplicativos do Estado (Amapes), Luiz Fernando Muller avaliou que é preciso melhor verificação das condições dos benefícios e que estes benefícios têm que ser temporários. “O governo tem que arrumar ocupação digna de trabalho para as pessoas para que não vivam somente de benefícios”.



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