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Saúde

Saúde e bem estar: vacina dá mais segurança ao paciente contra alergias

Médica explica que o tratamento medicamentoso torna-se indispensável para controlar os sintomas e garantir qualidade de vida

Saúde e bem estar: vacina dá mais segurança ao paciente contra alergias
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Camila Lima

Jornalista formada pela Faculdade Estácio de Sá de Vitória, atua há 7 anos no jornal A Tribuna. Integrante da editoria de Cidades, tem como principal foco a cobertura de saúde, área na qual construiu sólida experiência em reportagens, entrevistas e coberturas de eventos pelo Brasil. Apresenta o podcast Fala, Doutor, dedicado a levar informação acessível e de qualidade sobre medicina e bem-estar ao público.

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Controle ambiental, uso correto de medicamentos e imunoterapia (vacina). Esses são os três pilares para o tratamento eficaz das doenças alérgicas respiratórias, segundo a médica alergista e imunologista Aline Rocha Camporez, do Hospital Santa Rita.

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Ela explica que, apesar do controle ambiental ser essencial para reduzir a exposição aos alérgenos, a eliminação completa desses agentes é praticamente impossível, o que torna o tratamento medicamentoso indispensável para controlar os sintomas e garantir qualidade de vida.

Já a imunoterapia alérgeno-específica, conhecida como “vacina para alergia”, é uma estratégia de longo prazo, utilizada há mais de 100 anos.

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O método, segundo Aline, consiste na aplicação de doses progressivas do alérgeno por um período de três a cinco anos, com o objetivo de modular o sistema imunológico. O efeito pode durar até sete anos, reduzindo a intensidade das reações e a necessidade de remédios.

A alergista e imunologista Larissa Perim destaca que em casos de alergia ao veneno de insetos, como abelhas, vespas e formigas, por exemplo, a vacina pode ser decisiva para evitar reações graves, como anafilaxia, e permitir que o paciente aproveite a estação com mais segurança.



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