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CAIS DAS ARTES

Temporada de Abertura: noites para ficarem para a história

Mais de 10 mil pessoas passaram pelo Cais das Artes, na Enseada do Suá, em Vitória, nas três noites de shows da temporada de abertura

Temporada de Abertura: noites para ficarem para a história
- Governador Renato Casagrande entre artistas que se apresentaram na primeira noite da temporada de abertura do complexo de entretenimento
Foto de perfil de Francine Spinassé

Francine Spinassé

Graduada em Jornalismo pela Faculdade Estácio de Sá de Vitória, atua como repórter de A Tribuna desde 2008. Em 2011, passou a integrar a equipe responsável pelas reportagens especiais diárias do jornal, ao lado da jornalista Eliane Proscholdt.

Última atualização



Música, encontros, homenagens e emoção marcaram as três noites que deram início à temporada de abertura do novo complexo cultural do Espírito Santo.

Durante os eventos, mais de 10 mil pessoas passaram pelo Cais das Artes, na Enseada do Suá, em Vitória. No público, desde crianças até jovens e pessoas idosas — que curtiram as apresentações e também o cenário proporcionado pelas belezas da baía de Vitória.

A procura intensa por ingressos, esgotados rapidamente, foi o primeiro sinal da conexão imediata do público com o espaço.

A estreia, na última quinta-feira, foi com o evento Sons do Cais. A banda Casaca — acompanhada de convidados como André Prando, Juana Zanchetta, Mary Di e Diego Lyra — deu o tom de diversidade, identidade e pertencimento.

DJ Negana manteve a animação, antecedendo o show nacional da cantora Vanessa da Mata. Ela emocionou o público com canções conhecidas e coro coletivo de músicas como “Boa sorte”.

Na sexta-feira e sábado à noite, o protagonismo foi da percussão. A primeira edição do Festival Batidas do Mundo consolidou o Cais das Artes como palco de encontros entre tradição, experimentação e diálogo cultural.

Com curadoria do percussionista Marcos Suzano, o festival reuniu artistas de destaque nacional e internacional, além de músicos capixabas, em uma verdadeira celebração dos ritmos do Brasil e do mundo.

Homenagem

Na noite de sexta-feira foi feita uma homenagem ao mestre Naná Vasconcelos, referência mundial da percussão, celebrada por músicos locais em uma apresentação carregada de simbolismo.

Na sequência, o público acompanhou performances que uniram sonoridades ancestrais e contemporâneas, como o concerto de Luccas Martins com o Quarteto Zuri, o show de Marcos Suzano e a força do coco de roda trazida por Negadeza e o grupo Rala Coco.

O encerramento do festival manteve o ritmo e a diversidade.

A despedida foi em clima de festa, com o Bloco Balança Penha, que levou ao Cais o balanço popular e a tradição do congo capixaba.

Cenas dos shows e da praça















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