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SUSTO

Marquise de prédio residencial desaba no bairro do Espinheiro, no Recife

Apesar de não haver registro de vítimas, prédio terá que ser desocupado pelos moradores

Marquise de prédio residencial desaba no bairro do Espinheiro, no Recife
- Estrutura desbaou por volta das 11h da manhã
Foto de perfil de Edilson Vieira

Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

Última atualização



Atualizada às 17h25

A marquise do edifício Príncipe de Vivar, localizado na Rua Nicarágua, no bairro do Espinheiro, Zona Norte da capital, desabou no final da manhã desta segunda-feira (26). Apesar do susto e dos danos estruturais, não há registro de feridos até o momento.

O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil foram acionados e enviaram equipes de prontidão ao local para realizar a avaliação da estrutura e garantir a segurança da área. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou que não foi acionado para a ocorrência, reforçando a ausência de vítimas. Parte da rua do prédio foi interditada para melhor movimentação dos veículos dos Bombeiros.

A parte do prédio que desabou é uma marquise integrada a um jardim e a um salão de festas. O repórter André Nascimento, da TV Tribuna, apurou que a marquise caiu por volta das 11h, e segundo relatos de populares que viram o desabamento, a estrutura da marquise já apresentava rachaduras. 

Defesa Civil determina desocupação do imóvel

No meio da tarde, a Defesa Civil do Recife determinou a desocupação preventiva total do edifício Príncipe de Vivar. Embora o incidente não tenha deixado feridos, o órgão condicionou a liberação do imóvel à apresentação de um laudo de estabilidade estrutural, que deverá ser elaborado por um engenheiro calculista contratado pelo condomínio.

A administração do edifício também deverá providenciar o escoramento da área afetada e a remoção dos escombros. Além das medidas emergenciais, o condomínio terá que realizar a recuperação estrutural definitiva, contratando uma empresa especializada para garantir a segurança da edificação a longo prazo.

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