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Polícia

Esquema de placas falsas usadas em crimes é alvo de operação na Serra

Operação teve início no ano passado após prisão de suspeito de realizar adulterações

Esquema de placas falsas usadas em crimes é alvo de operação na Serra
- Placas virgens que seria utilizadas para a adulteração
Foto de perfil de Atilio Esperandio

Atilio Esperandio

Jornalista formado pela FAESA é apaixonado por esportes e especialista em esportes capixaba. Atualmente é repórter multimídia no portal Tribuna Online onde cobre o Brasil e o mundo, além de apresentar o podcast Apita Aí na TV Tribuna Band, sempre falando do melhor do esporte!

Última atualização


A Polícia Civil deu mais detalhes sobre a Operação ‘Placa Fantasma’ realizada na última segunda-feira (09), que prendeu um homem de 24 anos e uma mulher de 25 anos suspeitos de participarem de um esquema que falsificava placas de veículos no município da Serra. 

Um dos principais objetivos da operação é combater a adulteração das placas veiculares, principalmente as de motocicletas que estariam sendo utilizadas para a pratica de crimes como roubo, homicídio e tráfico de drogas.  

De acordo com o titular da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), delegado Luiz Gustavo Ximenes, a operação teve início após a prisão de Fabrício Viera Coelho no dia 29 de junho de 2025, que era o principal adulterador de placas no Rio de Janeiro, porém, como o preço era elevado, outro adulterador identificado como Juan entra em cena.

Durante a investigação, a Polícia Civil chegou até um indivíduo que encaminhava essas placas de São Paulo para o Juan. Ele então, usava a namorada para receber essas placas em casa e, posteriormente, enviava para um empresa credenciada ao Detran para realizar as estampagens das placas dos veículos. 

Foram sete mandados de busca e apreensão que foram cumpridos na empresa, na casa do proprietário dessa empresa e também na casa do Juan e da namorada. Foram recolhidas 25 placas que virgens, ou seja, que ainda não haviam sido estampadas. Os policiais conseguirem realizar esse levantamento após analisar o QR Code da placa que não era possível realizar a leitura, diferentemente das placas originais que leva para um número de série.

O delegado Luiz Gustavo Ximenes disse também que o inquérito continua aberto para identificar se mais pessoas estariam envolvidas neste esquema. O proprietário da empresa utilizada na confecção das placas adulteradas pode não ter envolvimento com o crime pois as adulterações eram realizadas por uma funcionária no período da tarde, quando o proprietário não estava na empresa.


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