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Polícia

Suspeito é preso por receptação e comércio clandestino de cigarros em Vila Velha

Além das 37 caixas de cigarro, também foram apreendidas uma arma de fogo e 35 munições calibre .380 clandestinas

Suspeito é preso por receptação e comércio clandestino de cigarros em Vila Velha
- 37 caixas de cigarros foram apreendidas
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Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

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O dono de uma distribuidora de bebidas foi preso após o local ser alvo da Operação Caixa Baixa, deflagrada nesta quarta-feira (29), pela Polícia Federal, em Cariacica. Na ocasião, foram apreendidas 37 caixas de cigarros, que estavam sendo comercializados sem a emissão obrigatória de notas fiscais. 

A operação, que busca combater o comércio clandestino de cigarros ilegais na Grande Vitória, mirou a distribuidora de bebidas e um imóvel com características compatíveis para o depósito de um grande volume de mercadorias ilícitas. 

Além das caixas de cigarro, também foram apreendidas uma arma de fogo e 35 munições calibre .380 clandestinas. 

O suspeito foi levado à sede da Polícia Federal em São Torquato, onde  foi formalizado o auto de prisão em flagrante pelos crimes de receptação e de posse irregular de arma de fogo de uso permitido e contra ordem tributária por deixar de fornecer nota fiscal, quando obrigatório.

Segundo a Polícia Federal (PFES), a pena para o crime de receptação pode chegar a 4 anos de prisão e multa. Já o crime de posse irregular de arma de fogo de uso permitido prevê pena de 1 a 3 anos de prisão e multa. A pena para o crime de negar ou deixar de fornecer nota fiscal, quando obrigatório, varia de 2 a 5 anos de prisão e multa. 

Os cigarros apreendidos foram encaminhados à Receita Federal para a formalização do auto de infração e devem ser destruídos. Agora, a PFES seguirá com as operações de inteligência para identificar os responsáveis pela distribuição de cigarros clandestinos. 



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