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Saúde

Avanços na medicina: estudos podem mudar diagnósticos no futuro

Estudos em andamento e novas tecnologias abrem caminho para transformar o diagnóstico e o tratamento de diversas doenças na próxima década

Avanços na medicina: estudos podem mudar diagnósticos no futuro
- A trombectomia mecânica, para tratamento do AVC isquêmico, ganhou força após 2015, consolidando-se como padrão-ouro para os casos.
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Redação Jornal A Tribuna

Reportagens produzidas pela equipe de jornalistas da Rede Tribuna, publicadas no jornal A Tribuna.

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Nos próximos 10 anos, outras doenças podem avançar em seus tratamentos e diagnósticos. Isso porque estudos já estão sendo conduzidos com essa finalidade.

De acordo com Glaucio Bertollo, oncologista e coordenador de Pesquisa Clínica do Hospital Santa Rita, há novos métodos de imagem e vários estudos com pesquisa de células tumorais circulantes — as famosas biópsias líquidas.

“Ainda não temos na prática clínica, mas a pesquisa de DNA tumoral pode ser, no futuro, uma maneira de tentarmos diagnosticar antecipadamente doenças”.



Em relação a novos tratamentos, a hepatite B é uma das principais apostas, destaca Mayara Lodi, gastroenterologista, hepatologista e professora do Unesc. “Diversas terapias em desenvolvimento buscam a chamada cura funcional, com resultados promissores”.

A esteato-hepatite associada à disfunção metabólica (MASH), segundo a médica, já entrou em uma nova era, com terapias aprovadas e outras em desenvolvimento. “A tendência agora é expandir o impacto em fibrose e desfechos clínicos, possivelmente com estratégias combinadas”.

No Espírito Santo, a Pesquisa Clínica do Hospital Santa Rita está conduzindo um estudo sobre o uso de imunoterapia antes e depois da cirurgia para pacientes com câncer de cólon, em vez de quimioterapia.

“Um grupo de pacientes está recebendo quimioterapia padrão, enquanto outro, imunoterapia antes e depois da cirurgia, sem quimioterapia. Há uma grande expectativa de que esse estudo traga mudanças significativas, mas os resultados ainda não estão disponíveis”, explica Glaucio Bertollo.


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