- Vitória, ES 22°C

Vitória 22°C

Publicidade: Combate os sintomas da gripe
Política

STF suspende julgamento sobre royalties do petróleo

Corte analisa distribuição dos royalties do petróleo após 13 anos de pendência

STF suspende julgamento sobre royalties do petróleo
- Procurador-geral do Espírito Santo, Cláudio Madureira, pediu decisão “contramajoritária”
Foto de perfil de Layna Cruz

Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

Última atualização



Foi suspensa, nesta quarta-feira (06), pelo Supremo Tribunal Federal o julgamento das ações que colocam em pauta a redistribuição dos royalties de petróleo. Desta forma, até que a corte retome o julgamento, as regras de distribuição permanecem sendo repassadas a estados e munícipios produtores. 

Durante a sessão desta quarta-feira (06), aberta pela ministra e relatora das ações Carmém Lúcia, que classificou o processo como um dos mais sensíveis de seu gabinete, foram ouvidos procuradores do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, maiores estados produtores de petróleo, que defenderam a manutenção dos royalties para estados e municípios produtores. 

O procurador-geral do Espírito Santo, Cláudio Madureira, defendeu uma decisão “contramajoritária”, ou seja, contrariando a vontade da maioria social, neste sentido, atendendo à minoria composta por Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, em controvérsia com a maioria expressiva, que inclui o restantes dos estados e o Distrito Federal. “As cortes atendem a maioria quando isso é possível, mas é preciso assegurar justiça constitucional às pessoas”, pontuou. 

Por outro lado, procuradores de outro estados não produtores e advogados de associações alegaram que os recursos naturais que derivam o pagamento de royalties pertencem à União, devendo, dessa forma, distribuir os valores de forma equilibrada entre todos os estados, considerando, ainda, que estados não produtores sofrem, em seu território, consequências das extrações de estados e município produtores. 



Mais Lidas

Ver tudo ›