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Polícia

Morre representante comercial que foi atropelado ao sair do trabalho em Cariacica

Leonardo Dassie de Sá foi atingido ao sair do trabalho em Bela Aurora; motorista fugiu, mas se apresentou à polícia no sábado (12).

Morre representante comercial que foi atropelado ao sair do trabalho em Cariacica
- Leonardo Dassie de Sá, de 49 anos, morreu na manhã desta terça (16)
Foto de perfil de Ana Carolina Carnelli

Ana Carolina Carnelli

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo e pós-graduada em Marketing e Mídias Digitais pela Universidade de Vila Velha. Tem experiência em escrita de textos jornalísticos, apresentação de podcasts, produção, assessoria de imprensa e cobertura de eventos. Também já atuou na criação e edição de conteúdo para mídias sociais.

Última atualização



Morreu na manhã desta terça-feira (16) o representante comercial que foi atropelado ao sair do trabalho no último domingo (7), no bairro Bela Aurora, em Cariacica. Segundo informações de familiares, Leonardo Dassie de Sá, de 49 anos, morreu no hospital às 7:42, por complicações causadas pelo atropelamento. 

Leonardo foi atingido por um carro na madrugada de domingo após sair de uma lanchonete onde trabalhava como garçom. Imagens de câmeras de videomonitoramento flagraram o momento em que um carro invade a contramão e acerta a vítima, que caminhava em direção a um carro que estava estacionado na rua. Com a força do impacto, o representante comercial foi arremessado cerca de 10 metros e bateu a cabeça no meio fio. 

O motorista do carro fugiu do local. Após o atropelamento, Leonardo estava internado em estado grave. “Ele não resistiu”, informou o irmão da vítima. O velório acontecerá às 19 horas, na Funerária Grupo Zelo, em Campo Grande, Cariacica.

No último sábado (12), o motorista que causou o atropelamento se apresentou à polícia na Delegacia Divisão Especializada de Delitos de Trânsito (DDT), em Vitória, após ser intimado. Ele prestou depoimento e foi  pela autoridade policial, já que não havia situação de flagrante nem mandado de prisão contra ele. O nome do motorista não foi divulgado.

A Polícia Civil esclareceu que a legislação brasileira estabelece que a prisão de suspeitos deve ocorrer em situações de flagrante delito ou mediante mandado de prisão. No caso em questão, nenhuma dessas situações se configurou. Portanto, ele prestou depoimento na DDT e foi liberado. O procedimento investigatório encontra-se em andamento e, neste momento, não serão divulgados outros detalhes para não prejudicar as investigações.



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