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Copa do Mundo 2026

Chorei no colo dos meus pais, diz Estêvão sobre lesão que o tirou da Copa

Atacante contou que perdeu chances de ir à Copa de 2026, revelou apoio dos pais e disse que não sabia que existia lesão muscular de grau quatro

Chorei no colo dos meus pais, diz Estêvão sobre lesão que o tirou da Copa
- O brasileiro Estêvão, do Chelsea, comemora após marcar gol em cobrança de pênalti na partida contra o Ajax válida pela Liga dos Campeões da UEFA, realizada no Estádio Stamford Bridge, em Londres, na Inglaterra
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Agência Folhapress

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Estêvão contou como recebeu o diagnóstico da grave lesão muscular que tirou suas chances de disputar a Copa do Mundo de 2026 pela seleção brasileira e admitiu que chorou muito no colo dos pais após receber a notícia.

“É uma realização de um sonho jogar a Copa do Mundo, todo mundo espera. Ainda mais eu que estava participando de todo o processo. Então ali foi um momento de muita, muita tristeza no meu coração. […] O que eu chorei no colo dos meus pais, foi brincadeira, chorei muito. É nesses momentos que você precisa das pessoas que você ama e agradeço muito”, disse Estêvão, ao ‘Bola da Vez’, programa da ESPN.

O atacante sofreu uma lesão grave na coxa direita e acabou fora da lista de Carlo Ancelotti para o Mundial. O episódio aconteceu na derrota do Chelsea para o Manchester United, pelo Campeonato Inglês.

“Acho que o momento mais difícil foi na hora que eu soube da notícia mesmo, que era o grau quatro. Nem sabia que tinha grau quatro, nem sabia que existia. Mas infelizmente aconteceu, mas é vida que segue. Agora é recuperar bem e tratar pra voltar o mais rápido possível”, afirma.

O jogador relatou ainda que foi orientado a levar os pais na conversa com o departamento médico. “Quando eu acordei, fui tomar banho, o médico me ligou três vezes, no dia que ele falou que ia me dar um resultado. Aí liguei para ele e ele falou ‘traz seus pais aqui que a gente quer falar com eles também’. A gente já sabe que se fosse pra dar qualquer outra notícia, já falaria ali na hora, na cara, mas quando falaram pra levar meus pais ali, eu já estava com uma percepção que vinha alguma coisa maior”, contou.


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