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Música

Léo Santana leva Pablo para o pagode

Dupla lança “Ele ou Eu” no novo projeto; releituras e medleys foram gravados no Museu de Arte Moderna (MAM), em Salvador

Léo Santana leva Pablo para o pagode
- Léo e Pablo cantam “Ele ou Eu”
Foto de perfil de Flávio Carvalho

Flávio Carvalho

Formado em Jornalismo pela Faesa, atua na Rede Tribuna desde 2012, onde começou como estagiário. Já integrou a equipe de produção de pautas para a editoria de Cidades, e há mais de 8 anos cobre cultura e celebridades no jornal. Na área de assessoria de comunicação, estagiou em instituições públicas e privadas. Também atendeu artistas capixabas e festas.

Última atualização


Nem o Rei do Arrocha resistiu ao convite de Léo Santana para curtir um pagodinho! Isso mesmo, o baiano Pablo entrou na onda do Gigante e aparece em “paGGodin #3”, mais novo projeto de seu conterrâneo.

Os artistas dividem os vocais na recém-lançada “Ele ou Eu”, cuja letra conta a história de alguém que desconfia de um rival e dá um ultimato para a pessoa amada.

“A gente poderia só fazer você refletir sobre trocar o certo pelo duvidoso, mas preferiu trazer essa covardia em forma de música”, brincou a dupla nas redes sociais.

Léo retribui o carinho de Pablo em participar do trabalho fazendo a releitura de três canções conhecidas na voz do parceiro: “Quem Ama Não Machuca”, “Tomara” e “Mega Sena”.

Outros nomes da música nacional tiveram suas canções transformadas em pagode, como Djavan e Edson Gomes, o Rei do Reggae Brasileiro. O medley dos hits “Malandrinha”, “Árvore” e “Perdido de Amor” é um dos pontos altos do álbum, assim como a versão de “Morena”, de Vitor Kley, em que o baiano recebe o pagodeiro Yan.

Mais um baiano completa o time de convidados do projeto. Ao lado do Gigante, Jau revisita composições que marcaram sua trajetória. Entre elas está “Topo do Mundo”, originalmente gravada por Daniela Mercury.

Sucessos de Belo, Sorriso Maroto e Nosso Sentimento também estão no repertório do audiovisual gravado em Salvador, tendo o Museu de Arte Moderna como cenário.

A escolha da capital baiana tem justificativa. “O pagode e o samba sempre fizeram parte da minha vida, muito antes de tudo isso que eu vivo hoje. O ‘paGGodin’ nasceu de uma ‘resenha’ entre amigos, na varanda da minha casa”, afirmou o GG.


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