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Polícia

Homem é condenado a 42 anos de prisão por acidente que vitimou casal

Júri em Rio Bananal reconhece qualificadoras e dolo eventual por mortes na ES-245; prisão preventiva mantida e execução imediata da pena

Homem é condenado a 42 anos de prisão por acidente que vitimou casal
- Sede do Ministério Público do Espírito Santo
Foto de perfil de Atilio Esperandio

Atilio Esperandio

Jornalista formado pela FAESA é apaixonado por esportes e especialista em esportes capixaba. Atualmente é repórter multimídia no portal Tribuna Online onde cobre o Brasil e o mundo, além de apresentar o podcast Apita Aí na TV Tribuna Band, sempre falando do melhor do esporte!

Última atualização


Foi condenado a 42 anos de prisão, pelas mortes de Inevaldo de Medeiros Araújo e Valdirene de Fátima Belsof Campi, Gilsie Brito de Souza. O julgamento foi realizado nesta quinta-feira (23), pelo Tribunal do Júri de Rio Bananal.

De acordo com o Ministério Público do Espírito Santo, os jurados reconheceram a prática de dois homicídios qualificados pelo uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas.  Além disso, entenderam que o condenado agiu com dolo eventual, assumindo o risco de provocá-las ao dirigir após ingerir bebida alcoólica, sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e de maneira perigosa.

A pena foi fixada em 21 anos de reclusão pela morte de cada uma das vítimas, totalizando 42 anos. A Justiça também manteve a prisão preventiva do condenado e determinou o início imediato do cumprimento da condenação.

Relembre o caso

O crime ocorreu na noite do dia 3 de abril de 2022, na Rodovia Roberto Calmon, a ES-245, em Rio Bananal. O condenado conduzia um automóvel em zigue-zague e invadiu a contramão, colidindo de frente com a motocicleta ocupada por Inevaldo e Valdirene. Os dois morreram em decorrência dos ferimentos.

As investigações apontaram que o motorista havia ingerido bebidas alcoólicas durante o dia e apresentava sinais de embriaguez. Ele também não possuía CNH e fugiu do local após a colisão, sem prestar socorro às vítimas. Testemunhas relataram ainda que, horas antes, ele já havia se envolvido em outra situação de risco e, mesmo após ser alertado sobre a condução perigosa, continuou dirigindo.


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