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Polícia

Megaoperação prende 35 integrantes da facção ‘Tropa do Urso’ no ES

Ações foram realizadas em Colatina, Cariacica, Aracruz, Serra e Águia Branca

Megaoperação prende 35 integrantes da facção ‘Tropa do Urso’ no ES
- Foram apreendidos materiais de videomonitoramento, aparelhos de celular, drogas e armas.
Foto de perfil de Nathália Cantarela

Nathália Cantarela

Formada em Jornalismo pela Faesa, Nathália escolheu o curso porque ama escrever. Durante o curso também se apaixonou pelo audiovisual, e estagiou apresentando o jornal da faculdade. Após formada, fez curso de imersão no jornalismo e hoje apresenta o Boletim de Notícias, além de escrever para o site.

Última atualização



Uma megaoperação policial prendeu 35 integrantes da facção “Tropa do Urso”, nessa quinta-feira (23). As ações foram realizadas em Colatina, Cariacica, Aracruz, Serra e Águia Branca, mobilizando cerca de 105 agentes.

Segundo informações do Brasil Urgente ES, da TV Tribuna/Band, a facção praticava crimes nas cidades do interior do Estado e teria ligação com o Comando Vermelho, organização criminosa do Rio de Janeiro. Os traficantes teriam começado atuando em Colatina e estavam se espalhando pela região Noroeste do Espírito Santo. 

No total, 42 criminosos eram procurados pela Polícia Civil e foram alvos da operação. De acordo com o Delegado-Geral da Polícia Civil, Jordano Bruno, além dos 35 presos, foram apreendidos materiais de videomonitoramento, aparelhos de celular, drogas e armas. 

O delegado Deverly Júnior explicou que o grupo foi formado a partir da ida de alguns indivíduos para o Rio de Janeiro, se aliando ao Comando Vermelho, e suas lideranças permanecem lá. “É uma facção extremamente violenta, que tem por praxe a eliminação de rivais. Foram 16 homicídios cometidos em Colatina, somente por este grupo, por ordem direta de seus mandantes”, revelou.

Entre os crimes praticados pela facção, houve a tentativa de dominar pontos de internet em Colatina. Os suspeitos tentaram obrigar moradores a aderir a um serviço clandestino de internet, não permitindo o acesso à redes autorizadas.

A polícia agora busca a prisão de lideranças e gerentes locais da organização. “Todos serão identificados, indiciados e presos, desde aqueles que cometem crimes de menor potencial ofensivo até a liderança que está escondida fora do Estado”, garantiu o delegado Arthur Bogoni. 






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