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Polícia

Distribuidora de bebidas em Piúma é flagrada furtando energia

Uma câmara frigorífica e dois freezers localizados nos fundos da distribuidora eram alimentados por essa energia furtada

Distribuidora de bebidas em Piúma é flagrada furtando energia
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Atilio Esperandio

Jornalista formado pela FAESA é apaixonado por esportes e especialista em esportes capixaba. Atualmente é repórter multimídia no portal Tribuna Online onde cobre o Brasil e o mundo, além de apresentar o podcast Apita Aí na TV Tribuna Band, sempre falando do melhor do esporte!

Última atualização


Nesta quarta-feira (9), equipes técnicas da EDP, em ação conjunta com a Polícia Civil, flagraram um furto de energia elétrica em uma distribuidora de bebidas localizada no Centro de Piúma. Foi constatado pelos peritos uma ligação direta na rede elétrica, ou seja, a energia consumida não estava sendo devidamente medida e paga pelo comerciante.

Uma câmara frigorífica e dois freezers localizados nos fundos da distribuidora eram alimentados por essa energia furtada, permitindo assim, o abastecimento de outros equipamentos do local. Os técnicos da EDP desfizeram as ligações clandestinas e regularizaram o fornecimento de energia.

O proprietário da distribuidora acompanhou a inspeção, foi autuado em flagrante e conduzido à Delegacia de Polícia de Anchieta para a adoção das medidas cabíveis. A ação contou com a participação de policiais civis do Departamento de Investigações Criminais (Deic) de Vitória, peritos do Departamento de Engenharia Forense do Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Científica e técnicos da EDP.

Crime

O furto de energia é crime, previsto no Artigo 155 do Código Penal Brasileiro: “Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel: pena de reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.”

Além do processo criminal, o responsável deverá arcar, conforme as regras da Resolução ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), com a cobrança de toda a energia não faturada durante o período da irregularidade, além de custos administrativos.

Além de ilegal, essa prática é extremamente perigosa. As fraudes podem causar sobrecarga na rede elétrica, impactando o fornecimento de energia para a população e causando danos a equipamentos, além de comprometer a qualidade do serviço.


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