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Polícia

Advogado é alvo da PF por descumprir medida judicial que proibia defesa de detentos

Profissional teve carteira da OAB, anotações e aparelhos celulares apreendidos

Advogado é alvo da PF por descumprir medida judicial que proibia defesa de detentos
- Sede da Polícia Federal
Foto de perfil de Nathália Cantarela

Nathália Cantarela

Formada em Jornalismo pela Faesa, Nathália escolheu o curso porque ama escrever. Durante o curso também se apaixonou pelo audiovisual, e estagiou apresentando o jornal da faculdade. Após formada, fez curso de imersão no jornalismo e hoje apresenta o Boletim de Notícias, além de escrever para o site.

Última atualização

Um advogado foi alvo de uma ação da Polícia Federal, nesta terça-feira (13), após descumprir uma medida cautelar determinada pelo Poder Judiciário em 2024. O profissional foi suspenso do exercício da advocacia por decisão judicial, mas continuou realizando atendimentos a detentos em unidades prisionais.

De acordo com a PF, o advogado teve a carteira da OAB, anotações e aparelhos celulares apreendidos. Ele foi conduzido à sede da Polícia Federal para assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), em virtude do descumprimento de medida cautelar determinada pelo Poder Judiciário durante a Operação Recado Reverso, deflagrada em julho de 2024.

O profissional havia sido suspenso do exercício da advocacia por decisão judicial durante uma investigação relacionada à atuação de facções criminosas. Apesar da proibição, ele seguiu realizando atendimentos jurídicos a detentos em unidades prisionais, desconsiderando a ordem judicial. A atitude foi monitorada pelas equipes policiais e resultou na intervenção. 

O advogado foi surpreendido no momento em que realizava um atendimento jurídico a detentos e conduzido para registro da infração penal. Ele responde por exercício de função ou atividade suspensa por decisão judicial.

Na ação também foram também realizadas apreensões de itens relacionados à atitude irregular, entre eles a carteira da OAB, aparelhos celulares e manuscritos contendo anotações que, segundo a Polícia Federal, indicam possível comunicação com integrantes de organização criminosa.



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