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Polícia

Integrante de grupo que torturava vítimas em encontros falsos é presa no ES

Grupo criminoso sequestrava e ameaçava vítimas, que eram obrigadas a repassar senhas bancárias

Integrante de grupo que torturava vítimas em encontros falsos é presa no ES
- Mulher foi presa no bairro Parque Jacaraípe, na Serra
Foto de perfil de Nathália Cantarela

Nathália Cantarela

Formada em Jornalismo pela Faesa, Nathália escolheu o curso porque ama escrever. Durante o curso também se apaixonou pelo audiovisual, e estagiou apresentando o jornal da faculdade. Após formada, fez curso de imersão no jornalismo e hoje apresenta o Boletim de Notícias, além de escrever para o site.

Última atualização



Uma mulher de 40 anos foi presa na manhã desta segunda-feira (22), suspeita de integrar um grupo criminoso que utilizava aplicativos de relacionamento para marcar encontros falsos com homens – nos quais as vítimas eram ameaçadas e torturadas até que fornecessem suas senhas bancárias. 

A prisão aconteceu no bairro Parque Jacaraípe, na Serra, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pelo Juízo da 8ª Vara Criminal de Vitória, pelo crime de extorsão mediante restrição de liberdade. 

A vítima em questão foi mantida em cárcere por mais de 24 horas após marcar um encontro pelo aplicativo. O crime aconteceu em março de 2024, em Vitória. Segundo a polícia, durante esse período, o homem sofreu tortura física e psicológica, incluindo ameaças com arma de fogo em uma simulação de “roleta russa”, a fim de forçá-lo a fornecer senhas bancárias.

Além disso, os criminosos realizaram uma festa no local, com a participação de outras pessoas, consumo de bebidas alcoólicas e pizza, enquanto a vítima permanecia amarrada em um dos quartos.

Segundo as investigações, a mulher presa foi responsável por indicar contas bancárias de terceiros, conhecidos como “conteiros”, para a realização de transferências dos valores subtraídos da vítima.

Ao todo, 11 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES), sendo que oito delas estão presas preventivamente e respondem a processo.

A suspeita foi encaminhada ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.




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