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Natação Paralímpica

Mariana Gesteira brilha no Mundial de Natação Paralímpica

Nadadora do Álvares encerra participação com dois ouros e uma prata na competição. Brasil garante 39 medalhas e fica em 6º

Mariana Gesteira brilha no Mundial de Natação Paralímpica
- Mariana Gesteira conquistou dois ouros e uma prata no Mundial de Natação Paralímpica em Singapura
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Víctor Fontes

Jornalista mineiro formado pela UFSJ, com passagem como narrador esportivo e apresentador de rádio. Hoje Victor Fontes é repórter multimídia e editor substituto em A Tribuna, e apresentador do programa Apita Aí na TV Tribuna/Band, cobrindo esportes todos os dias — da várzea ao Mundial, no texto e na câmera!

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O Brasil encerrou sua participação no Mundial de Natação Paralímpica ontem, em Singapura, com 39 medalhas e a quinta colocação no quadro geral. No último dia de disputas, a delegação brasileira garantiu mais três pódios entre as oito finais disputadas, mantendo a posição conquistada na véspera.

Mariana Gesteira, que mora no Espírito Santo e treina no Clube Álvares Cabral, brilhou novamente e conquistou seu segundo ouro no torneio, ao vencer os 50m livre da classe S9, com o tempo de 27s60 – sua melhor marca da vida.

Gabriel Bandeira levou a prata nos 100m borboleta S14, com 54s40, enquanto Mayara Petzold completou o trio de medalhistas ao ficar com o bronze nos 50m borboleta S6, em 36s80. No total, o Brasil somou 13 medalhas de ouro, 16 de prata e 10 de bronze.

O título do Mundial ficou com a Itália, que liderou o ranking ao somar 46 medalhas, sendo 18 de ouro, 17 de prata e 11 de bronze. Logo atrás vieram os Estados Unidos, com 35 medalhas (18 ouros, seis pratas e 11 bronzes), a China, com 33 (17 ouros, nove pratas e sete bronzes), a Ucrânia, com 49 (16 ouros, 16 pratas e 17 bronzes), e a Grã-Bretanha, com 40 (15 ouros, 14 pratas e 11 bronzes).

O melhor desempenho do Brasil em Mundiais ocorreu em 2022, na Ilha da Madeira, em Portugal. Na ocasião, a equipe nacional conquistou 53 medalhas — 19 de ouro, 10 de prata e 24 de bronze — e terminou na terceira colocação, atrás apenas de Estados Unidos e Itália.



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