Após quatro anos de obras atrasadas, a avenida Leitão da Silva, em Vitória, terá mais um trecho liberado até o fim de abril: entre a Rua das Palmeiras, em Itararé, e a rua Frederico Lagassa, próximo à loja Eletromil.
A informação é do diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-ES), Luiz Cesar Maretto.
Mesmo com a liberação, o trecho de 700 metros ainda será entregue sem ciclovia e calçada, assim como um outro trecho liberado ontem, entre a rua Dona Maria Rosa e a Rua das Palmeiras.
Essa liberação de ontem faz com que o condutor que venha pela Ponte da Passagem não precise mais entrar na Reta da Penha para acessar a Leitão da Silva.
Apesar do fluxo livre, as obras continuam por lá. A ciclovia prevista para o canteiro central ainda está interditada, repleta de buracos, brita e resto de obra. A calçada, em alguns pontos, foi totalmente retirada, impedindo completamente o tráfego de pedestres.
Em frente a um hospital da região, somente uma placa provisória indica a travessia de pedestres. Também não há sinalização separando as três faixas da pista, e ainda faltam algumas placas.
O governador Renato Casagrande ressaltou que o trecho está liberado de forma “provisória”, já que as obras vão continuar até novembro, quando toda avenida Leitão da Silva será entregue.
“Liberamos esse trecho ainda de forma provisória, devolvendo o fluxo aos veículos. Vamos liberando aos poucos, pois há um sofrimento muito grande dos comerciantes que perderam dinheiro por causa do atraso da obra e um transtorno da população da região”, disse o governador, que visitou o canteiro de obras ontem.
Para o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-ES), Luiz Cesar Maretto, a liberação do trecho, mesmo sem conclusão, vai melhorar o trânsito de Vitória.
“A abertura (para o fluxo) é uma atitude técnica, opção minha para fomentar o comércio local. Nosso objetivo é ir liberando gradativamente, conforme a obra for avançando. Há cinco anos a Leitão da Silva não funciona, e a cada trecho aberto vamos diminuindo o fluxo na Reta da Penha”, disse o diretor do órgão estadual.
