- Vitória, ES 21°C

Vitória 21°C

Publicidade: Combate os sintomas da gripe
Brasil

Estrangeiras denunciam estupro e cárcere privado em casa noturna de SC

Vítimas, que não tiveram a nacionalidade revelada, disseram que trabalharam no local por duas semanas

Estrangeiras denunciam estupro e cárcere privado em casa noturna de SC
- A Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa noturna
Foto de perfil de Agência Folhapress

Agência Folhapress

Com quase três décadas de atuação, a Folhapress é a agência de notícias do Grupo Folha e compartilha o compromisso da Folha de São Paulo com a produção de um jornalismo crítico, moderno, pluralista e apartidário, assegurando a geração e distribuição de um noticiário ágil, confiável e independente.

Última atualização



Duas estrangeiras denunciaram terem sido vítimas de estupro e cárcere privado em uma casa noturna de Bombinhas, no litoral norte de Santa Catarina. O responsável pelo local negou as acusações.

As mulheres foram encontradas na UPA da cidade, na noite da última segunda-feira (22). O caso é investigado pela Delegacia de Bombinhas. Elas foram levadas até o Instituto Médico Legal de Balneário Camboriú para serem submetidas a exame de corpo de delito. A nacionalidade não foi revelada pela polícia para preservar as vítimas.

A Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa noturna. Suspeito foi localizado nesta quinta-feira (25) e negou as acusações. Ele argumentou que nunca manteve as mulheres em cárcere privado e que não praticou qualquer tipo de irregularidade no estabelecimento.

A polícia apreendeu um celular e informou que imagens do circuito interno das câmeras de segurança serão analisadas. No local, também foi encontrada uma pequena quantidade de entorpecente.

O responsável pelo local foi autuado por posse de drogas para consumo pessoal e liberado em seguida.

A polícia instaurou um inquérito para investigar o caso. As vítimas foram ouvidas na Delegacia de Bombinhas.

Elas disseram que trabalharam no local por duas semanas. O delegado à frente do caso, no entanto, afirmou que as declarações ainda não foram comprovadas. A polícia esclareceu que, por enquanto, não há suspeita de tráfico de pessoas. As vítimas não estão em programa de proteção.



Mais Lidas

Ver tudo ›