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Especial Saúde

Fisioterapia para ter mais prazer

A fisioterapia pélvica é o tratamento indicado para diversas disfunções sexuais, como a falta de orgasmo e dor no sexo

Fisioterapia para ter mais prazer
- Andressa mostra alguns dos materiais que utiliza para tratar disfunções do assoalho pélvico

Última atualização



A relação sexual envolve mais do que o ato em si. Para ter prazer, é preciso que haja preliminares, envolvimento e parceria do casal; além de intimidade, respeito, lubrificação, para a chegada ao tão esperado orgasmo. Mas você sabia que é possível melhorar o desempenho sexual através da Fisioterapia Pélvica?

Cerca de 40 a 50% dos indivíduos terão alguma disfunção sexual ao longo da vida, destaca a fisioterapeuta Andressa Alves Nunes, como a diminuição do orgasmo, dores durante o ato e distúrbios de ereção.

“Isso vai interferir de várias maneiras, no envolvimento sexual das pessoas, e podendo causar inúmeros problemas na intimidade e na saúde mental”, alerta.

A especialista esclarece que pode haver relação com algo ocorrido ao longo da vida, por alguma alteração clínica, ou por uso de alguma medicação, causando muito sofrimento para a pessoa que, frequentemente, oculta o real problema que está acontecendo, levando a um quadro de depressão e ansiedade.

“O ato sexual prazeroso se desenvolve em quatro fases, sendo elas o desejo, a excitação, o orgasmo e a resolução, que é fase de bem-estar e de relaxamento. Quando ocorre alguma alteração em uma dessas fases, avalia-se como disfunção sexual”, pontua Andressa.

A fisioterapia pélvica é o tratamento indicado para diversas disfunções sexuais, como a anorgasmia (falta de orgasmo); o vaginismo (dificuldade durante a penetração); a dispareunia (dor durante o ato sexual); a atrofia vaginal (pela queda hormonal que desen cadeia dor também); a ejaculação precoce; e disfunção erétil; dentre outras.

Esta é uma área especializada da fisioterapia que se concentra no tratamento de disfunções do assoalho pélvico, que é uma rede de músculos, ligamentos e tecidos que suportam os órgãos pélvicos. A fraqueza desses músculos podem desencadear algumas disfunções pélvicas como as sexuais.

Várias pesquisas mostram que a utilização das técnicas manuais de avaliação e tratamento transformam de maneira positiva a resposta sexual, enfatiza Andressa.

SAIBA MAIS

Disfunções sexuais

Cerca de 40 a 50% dos indivíduos terão alguma disfunção sexual ao longo da vida.

Alguns exemplos são a anorgasmia (falta de orgasmo); o vaginismo (dificuldade durante a penetração); a dispareunia (dor durante o ato sexual); a atrofia vaginal (pela queda hormonal que desencadeia dor também); a ejaculação precoce; e disfunção erétil; dentre outras.

Tratamento

A fisioterapia pélvica é uma área especializada que se concentra no tratamento de disfunções do assoalho pélvico.

O assoalho pélvico é composto uma rede de músculos, ligamentos e tecidos que suporta os órgãos pélvicos, como a bexiga, o útero e o reto.

A fraqueza desses músculos, problemas do sistema urinário ou ginecológico, e fatores psicossociais podem desencadear algumas disfunções pélvicas como as sexuais.

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