Cida (à esquerda) voltou a ter esperança de encontrar a irmã após ver foto de mulher parecida com ela usando a mesma fantasia (à direita). Foto: Reprodução/Facebook
Uma simples foto que era compartilhada em um aplicativo de celular trouxe esperança para a fisioterapeuta Maria Aparecida de Castro Fernandes, a Cida, de 48 anos. É que com 25 dias de nascida, Cida foi separada da irmã gêmea e nunca mais a viu.
Observando a foto de uma mulher com os mesmos traços dela e com o mesmo tipo de fantasia, surgiu no coração da fisioterapeuta expectativas do reencontro com a irmã. “Há 48 anos eu procuro minha irmã gêmea. Gêmeos não têm esse negócio de ter gostos parecidos e sentir o que o outro sente? Quando vi a foto, meu coração disparou. Coincidência ou não, além da aparência física, a mulher vestida de Mulher Maravilha, me chamou atenção. Personagem que sou fã, também me vesti do mesmo jeito e gosto de cantar”, conta Cida.
A única informação que Cida tem é o nome da mãe biológica, Itamar da Silva Coelho, e da irmã gêmea, Maria do Amparo.
As duas recém-nascidas estavam com a avó materna em um caminhão em um posto de gasolina em Pedro Canário, em janeiro de 1970. A avó teria descido do veículo com Cida para doação, segundo o aposentado Antônio Alves Reis, 72, que era motorista da mãe adotiva de Cida, Cacilda de Castro Fernandes, que já morreu.
Cida publicou nas redes sociais, a montagem que fez com a foto dela e da mulher que ela acredita ser a sua irmã. “Quando olhei a foto, cheguei a me confundir. Ela é muito parecida comigo!”, completou.
Reportagem: Roberta Bourguignon