
Foi a maior paralisação da história da ponte, que foi fechada por volta de 15h20 e liberada às 23h30, logo após o homem que ameaçava tirar a própria vida ter sido imobilizado por um policial e resgatado.
O homem teria chegado andando à ponte, e permaneceu a maior parte do tempo sentado na mureta. Durante a interdição, houve momentos de tensão, e a Tropa de Choque teve de ser acionada para conter motoristas, que ameaçavam furar o bloqueio. Bombas de efeito moral foram utilizadas.
Os reflexos da interdição foram sentidos no trânsito de Vitória, Vila Velha, Cariacica e até mesmo na Serra, causando a revolta dos motoristas. Às 23h30 ainda havia engarrafamentos e as pessoas tentavam chegar em casa.
Em Vitória, a Secretaria de Segurança Urbana informou que as vias próximas à praça do pedágio foram as mais atingidas, como Reta da Penha, Praça do Cauê, Nossa Senhora dos Navegantes e Rua Clóvis Machado. Para minimizar os efeitos da interdição, todo o efetivo da guarda foi direcionado para os pontos de congestionamento.
A Rodosol informou que os portões para retorno dos carros que já estavam em cima da ponte foram abertos, porém o trânsito já havia ficado congestionado nos acessos em Vila Velha e Vitória.
A opção foi utilizar a Segunda Ponte, que também ficou parada por conta de um engavetamento entre três carros, que causou congestionamento na Carlos Lindenberg e na própria ponte, nos dois sentidos.
Usuários de ônibus também precisaram ter paciência: 21 linhas que passam pela 3ª Ponte tiveram trajetos alterados.
Os motoristas foram orientados a seguir pela Lindenberg, informou a Ceturb.