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VACINAÇÃO

Vacinação em crianças começa em até 14 dias

Ministro da Saúde anunciou que governo quer iniciar imunização contra covid em quem tem de 5 a 11 anos na1ª quinzena deste mês

Vacinação em crianças começa em até 14 dias
- profissional prepara vacina: expectativa para imunizar crianças

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou  que o governo federal prevê iniciar a vacinação contra a covid-19 em crianças na primeira quinzena deste mês.

 Queiroga deu uma coletiva, na última sexta-feira,   em Brasília, mas a fala teria acontecido depois, fora da transmissão das câmeras, segundo a GloboNews. 

O Ministério da Saúde já disse que a previsão é que a vacinação em crianças de 5 a 11 anos comece neste mês. Contudo, não cravou uma data ou um período mais específico.

Embora a vacinação em crianças com o imunizante da Pfizer   tenha sido autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 16 de dezembro, o governo federal ainda não aplicou qualquer dose nesse público.

O ministro  defende que as crianças só sejam vacinadas contra a covid-19 com a apresentação de uma prescrição médica. 

O Ministério da Saúde está promovendo uma consulta pública sobre a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a covid-19. Ela deve ficar disponível até hoje.

 A expectativa é que a pasta anuncie alguma atualização sobre o tema na próxima quarta-feira.

A ministra  do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia  requisitou que o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Marcelo Queiroga prestem informações sobre a realização da consulta pública no prazo de cinco dias.

Ela é relatora de uma ação movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos no Supremo.

O prazo de cinco dias para que o governo envie informações sobre a consulta pública, conforme a decisão de Cármen Lúcia, é improrrogável. 

Na sequência, definiu a ministra, a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PRG) terão também cinco dias para se manifestar.

Na decisão, a ministra afirmou que omissões administrativas que posterguem medidas necessárias para garantir o direito à saúde podem gerar “efeitos gravosos” a toda a sociedade. 

Durante a coletiva, Queiroga  afirmou que  as explicações requeridas serão apresentadas à ministra pelo advogado-geral da União, Bruno Bianco. “Essas explicações serão prestadas, como já foram prestadas a outros ministros. Normal, isso faz parte do processo democrático”, afirmou.

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