O uso da máscara em locais públicos e fechados vai continuar sendo uma exigência no Espírito Santo e ainda não há previsão de quando essa medida seja flexibilizada. Em coletiva de imprensa, na tarde desta segunda-feira (7), o secretário estadual da Saúde, Nésio Fernandes, informou que o número de casos, internações e mortes pela covid apresentam queda, mas ainda não é o momento de deixar o equipamento de proteção.
Pelo Brasil, algumas cidades discutem a suspensão dessa obrigatoriedade e outras, como o Rio de Janeiro, já decidiram que o uso da máscara não será mais obrigatório em ambientes abertos e fechados.
O estado de São Paulo, por sua vez, deve definir se revoga a medida ou não ainda nesta semana.
No Espírito Santo, o uso da máscara vai seguir como exigência, conforme o secretário.
“As máscaras devem persistir por um pouco mais de tempo, de modo, que a gente consiga ter um momento adequado – esse momento chegará – e que não precisaremos mais utilizar as máscaras de maneira cotidiana, porque o risco de transmissão que existirá na comunidade será muito reduzido. No entanto, vivemos um período da sazonalidade das doenças respiratórias . Temos outras doenças respiratórias que, neste momento, impactam no sistema de saúde de diversos estados do Brasil”, afirmou ele.
Fernandes frisou que durante o enfrentamento da quarta onda da covid, o governo do Estado apostou na manutenção do uso das máscaras. “O governo do Estado do Espírito Santo não abdicou da orientação clara a toda população sobre o uso da máscara durante a quarta onda”.
Segundo ele, durante a quarta onda da doença, o Estado registrou 709 mortes pela covid e 73% delas foram de pessoas que não haviam se vacinado ou estavam com o esquema vacinal atrasado.