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COMÉRCIO ILEGAL

Tatuador anuncia promoção de armas em aplicativo de mensagem e vai preso no Sul

Com o suspeito foram apreendidos cerca de R$1.657 e uma variedade de munições

Tatuador anuncia promoção de armas em aplicativo de mensagem e vai preso no Sul
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Foto de perfil de Clóvis Rangel

Clóvis Rangel

Clóvis Rangel é publicitário e jornalista formado pela Faculdade Pitágoras. Pós-graduado em Redes Sociais e em Sociologia, atua como especialista na editoria de variedades. É repórter do jornal A Tribuna e do portal Tribuna Online, além de professor de Marketing.

Última atualização

Um tatuador de 25 anos, que não teve a identidade revelada, foi preso nesta quarta-feira (22), no bairro Coramara, em Cachoeiro de Itapemirim, Sul do Espírito Santo. De acordo com a Polícia Militar, ele teria anunciado uma promoção de armas e munições em seu status do whattsapp na segunda-feira (20). 

 













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Segundo as investigações, o jovem teria publicado a oferta de “balas 380 e 9mm a R$ 10 reais a unidade para acabar com o estoque” e no anúncio, ele indicou o endereço do estúdio de tatuagem de sua propriedade. Sendo assim, os agentes se deslocaram até o local para verificar a veracidade das informações. Após a chegada ao estúdio, os militares avistaram uma caixa de munição sobre a mesa. 

Questionado sobre a postagem, o tatuador confirmou possuir algumas munições, que haviam sido trocadas por serviços de tatuagem e que já havia vendido algumas unidades para pessoas diversas, sem informar nomes de para quem ele teria vendido e nem de quem teria comprado as munições. Apenas revelou que teria adquirido 50 munições de calibre 9mm e 50 munições de calibre 380.

Também foram apreendidos com o suspeito cerca de R$1.657,00, dez munições calibre 380, 40 munições calibre 9mm, uma espingarda de chumbinho e um celular Samsung preto. Os policiais destacaram que, segundo as denúncias, o suspeito promove o comércio de munições e armas por meio do aplicativo WhatsApp.

Ao ser perguntado sobre a posse de arma de fogo, o homem se intitulou apenas como “barganhista” para justificar o comércio ilegal de armas e munições.

O tatuador foi conduzido à 7ª Delegacia Regional de Cachoeiro juntamente com o material apreendido.

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