Faltando cinco dias para 2,9 milhões de eleitores no Estado irem às urnas decidir seus representantes, as eleições deste ano terão reforços na segurança e a expectativa de divulgação mais rápida dos resultados.
Até as últimas eleições presidenciais, moradores de regiões que seguem o horário de Brasília precisavam esperar por duas horas para começar a visualizar os dados da apuração. O motivo é que era preciso aguardar o fechamento das urnas no Acre, que tem fuso horário com duas horas de diferença.
Pela primeira vez, no entanto, houve mudança. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que todas as zonas eleitorais serão abertas e fechadas ao mesmo tempo, independentemente do fuso. Ou seja: a divulgação dos resultados começará a partir das 17h.
Em estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, por exemplo, a votação vai das 7h às 16 horas. Já no Acre e parte oeste do Amazonas, será das 6h às 15 horas.
A unificação do horário de votação deve permitir apuração e divulgação de resultados mais cedo.
Nas últimas eleições presidenciais, em 2018, o Espírito Santo concluiu as apurações dos votos às 20h49, sendo o 3º mais rápido. Na época, a contagem de votos era feita pelos tribunais regionais e, depois, enviada ao TSE.
Desde 2020, os dados passaram a ser enviados diretamente ao TSE, para um supercomputador. Após problemas técnicos no primeiro ano do sistema, houve atraso na apuração.
Advogado especialista em Direito Eleitoral, Carlos Guilherme Pagiola reforçou que, por volta das 18h de domingo, pode ser possível saber se haverá segundo turno.
“Com a unificação dos horários, certamente a apuração será muito mais rápida”.
Urnas
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A servidora do Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-ES) e membro do grupo de trabalho de mesários, Rosiane Marrochi, explicou que as urnas já foram preparadas e ontem foi realizada uma conferência visual. “Na sexta faremos a checagem complementar”.
Para a segurança de eleitores no dia do pleito, vão atuar as polícias Federal, Rodoviária Federal, Civil, Militar, além de Bombeiros e Guardas Municipais.
O comandante do 38º Batalhão de Infantaria, coronel Rodrigo Penalva, frisou que não há previsão de emprego de tropa do Exército no Estado para apoio ao processo eleitoral.
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