Uma cozinheira de 51 anos voltava da casa do namorado quando pediu uma corrida por aplicativo em um bairro da Serra e foi abusada sexualmente pelo motorista.
Segundo a vítima, o carro veio normalmente e ela sentou na parte de trás do veículo, mas o motorista pediu para a cozinheira ir para o banco da frente, para irem conversando.
Ela contou que chegou a resistir ao pedido e resolveu mudar para a frente após insistência. “Depois, ele enfiou a mão dele no meu short e pegou a minha mão e colocou nas partes íntimas dele. Ele desviou a rota e parou em uma região deserta e deitou no banco para continuar o ato”, contou a vítima em entrevista.
Depois do ato, o homem seguiu viagem normal, como se nada tivesse acontecido. E, segundo a vítima, ele ainda teve a ousadia de perguntar se ela tinha alguma Doença Sexualmente Transmissível (DST). A cozinheira contou também que ficou paralisada com a situação, e não reagiu por medo do que pudesse acontecer.
Após conseguir chegar ao destino, a vítima prestou queixa à polícia e ao aplicativo. Ela contou que, após o caso, tem medo de voltar a usar o carro por aplicativo.
“Como eu iria reagir estando sozinha ali no lugar? Tive medo do que ele pudesse fazer comigo, foi terrível, tive medo até de denunciar, mas depois fui encorajada pela minha amiga com a esperança de que outras pessoas reconheçam ele, que ainda continua solto por aí”, contou a vítima.
Em nota, a empresa responsável pelas corridas por aplicativo se manifestou dizendo que lamenta profundamente pelo ocorrido e informou que o motorista foi banido da plataforma. Uma equipe da empresa também foi designada para atender a mulher.