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ELEIÇÕES 2022

Nova Mesa Diretora da Assembleia depende do 2º turno

João Coser e Marcelo Santos são cotados para comandar a Casa e, nos bastidores, já estariam se movimentando

Nova Mesa Diretora da Assembleia depende do 2º turno
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Última atualização

O segundo turno das eleições para o governo do Estado será determinante para a composição da nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, segundo articuladores dos bastidores. 

De acordo com os  interlocutores, apesar de parte dos parlamentares já ter definido seus respectivos candidatos ao governo, o clima interno ainda é incipiente, sem uma definição sequer se haverá chapa única ou disputa entre grupos.

Um dos primeiros nomes a ser ventilados para ocupar a nova presidência da Casa foi Marcelo Santos (Podemos), parlamentar que ocupa atualmente a vice-presidência da Casa e  está indo para seu sexto mandato consecutivo. 

Ele chegou a se reunir na última quarta-feira com o atual presidente da Casa, Erick Musso (Republicanos), para conversar “sobre os trabalhos da Casa e  o futuro do Estado”, mas sua assessoria não confirmou se ele pretende compor a Mesa Diretora novamente.    

Outro nome que circula nos bastidores é o de João Coser (PT). De acordo com as informações, ele estaria desde a última semana buscando apoio de parlamentares para se viabilizar para compor a Mesa, seja como presidente ou vice. 

Procurado, Coser disse apenas que está focado na campanha para reeleger Renato Casagrande (PSB)  ao governo e Lula (PT) à Presidência da República. 

Se o novo presidente da Assembleia for Coser ou Marcelo, a notícia poderá ser positiva para a eventual reeleição de Casagrande  e negativa para uma possível eleição de Carlos Manato (PL).

Isso porque os dois deputados eleitos estão na base aliada do atual governador. 

Além deles, Casagrande tem, pelo menos publicamente, o apoio de cerca de cinco deputados: Iriny (PT), Janete (PSB), Tyago Hoffmann (PSB), Camila Valadão (Psol), Dary Pagung (PSB). 

Além deles, o governador ainda tem na sua coligação o PDT, o PP, o Podemos e a federação Cidadania-PSDB. Se os quatro grupos se mantiverem na base aliada, Casagrande poderá ter ao seu lado outros 10 deputados.

Já Manato, se eleito, terá o apoio de pelo menos seis deputados, sendo cinco  do seu partido e um do PTB. Há informações, nos bastidores, de  que ele estaria negociando  o apoio do Republicanos, o que poderia dar a sua base aliada outros quatro parlamentares.

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