|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda: false
Alinhar à direita: false
Alinhar ao centro: false
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
A Câmara de Vitória tem passado por algumas turbulências na última semana. Em um intervalo de sete dias, alguns fatos agitaram os bastidores da Casa. Para começar, o vereador e presidente eleito, Armandinho Fontoura (Podemos), foi preso por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Leia mais: Vereador preso: Câmara de Vitória vai esperar conclusão
Além disso, o então vereador Gilvan da Federal (PL) teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES), sob acusação de infidelidade partidária contra o seu antigo partido, o Podemos. Como consequência, ele foi substituído pelo parlamentar Leonardo Monjardim (Podemos).
Ainda nesta quarta-feira (21), os vereadores Luiz Emanuel e Maurício Leite, ambos do Cidadania, discutiram por conta de posicionamentos divergentes em relação à prisão de Armandinho Fontoura.
A briga entre os dois parlamentares aconteceu após a fala de ambos durante a sessão de quarta. Luiz Emanuel disse que os vereadores precisam se reunir a fim de se chegar a uma decisão política para tomarem alguma ação.
“A Câmara não pode sangrar, não pode participar de maneira cúmplice do que for”, disse.
Momentos depois, o vereador Maurício Leite, em sua fala, comentou que o regime interno precisa ser cumprido.
“Esta Casa não pode se acovardar. O que está acontecendo nessa Casa é jogo político. Já tivemos caso de ter vereador correndo atrás de outro com facão e não houve cassação. O que me deixa triste é o golpismo”, afirmou, defendendo o presidente eleito.
Oficialmente, a Casa comenta que não há atualizações sobre questões envolvendo a posse do presidente Armandinho, prevista para acontecer em janeiro de 2023, ou se novas eleições serão convocadas.
No entanto, fontes disseram à reportagem que os vereadores estão preocupados, já que a imagem da Casa não está positiva. As fontes afirmaram que existe possibilidade de uma nova eleição ser convocada e, portanto, o vereador Armandinho talvez não assuma a cadeira de presidente.
“A prisão de Armandinho foi complicada, a Casa de Vitória é espelho para todo o Estado, pode-se dizer que é uma vitrine. Com tudo isso acontecendo, joga o clima lá para baixo”, comentou uma das fontes.
Leia mais: