O Corpo de Bombeiros divulgou nesta segunda-feira (06) a conclusão da investigação sobre o incêndio florestal no Parque César Vinha, que aconteceu no dia 22 de setembro do ano passado. As chamas se propagaram no sentido Vila Velha – Guarapari e, devido à vegetação seca e alta, se alastraram com extrema rapidez por grande parte do parque.
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A área atingida passou por perícia para descobrir o que deu início ao fogo. Na época, o combate às chamas demorou mais de um mês, só terminando no dia 31 de outubro. O local teve a vegetação de brejo, floresta inundável e de mata seca atingidos.
Para descobrir a causa do incêndio, foram utilizadas imagens – inclusive de drones – da área atingida. Também foram analisados vestígios e caraterísticas como o padrão de queima, além de dados climáticos do momento em que o incêndio começou.
CONCLUSÃO
Nas imagens aéreas, ficou constatado que o incêndio se originou nas margens das trilhas no interior do parque. Como não foi encontrado nenhum vestígio ou indício de causa natural que pudesse ter ocasionado o incêndio, ficou concluído que a única possibilidade que explica o fato é a ação humana.
“Não houve descargas atmosféricas no local, no horário e na data do incêndio. Não tinha evidências de fenômenos termoelétricos e a temperatura ambiente não era suficiente para elevar a temperatura interna do combustível até ele entrar em espontaneamente em combustão”, conclui a análise dos Bombeiros.
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