|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
Em meio a uma sociedade marcada pela violência, há inúmeros casos de famílias dilaceradas pela perda trágica de entes queridos.
Uma dessas famílias é a de uma adolescente de 17 anos que foi assassinada com oito tiros enquanto saía de casa, em um carro de aplicativo, no bairro Ilha das Flores, em Vila Velha, há quase dois anos.
A suspeita da polícia é de que os disparos tinham como alvo o namorado de Bianca Moreira Meirelles, que foi baleado, mas sobreviveu ao crime.
Mãe de Bianca, Aline Laurinda Moreira se emociona ao pedir por justiça pelo crime ocorrido há quase dois anos.
“Até hoje, com a morte da minha filha, eu sinto uma revolta muito grande e um sentimento de dor enorme. E o caso dela ficou por isso mesmo até hoje, sem resposta. Os assassinos continuam matando mais pessoas, eles continuam soltos por aí”, disse a mãe de Bianca.
Na época, testemunhas relataram que, por volta de meia-noite e meia, o casal pediu um carro por aplicativo e, assim que entraram no Toyota Etios branco, foram surpreendidos por dois suspeitos armados, que estavam escondidos na esquina da rua.
Moradores ouviram rajadas de tiros. Assustado, o motorista de aplicativo que conduzia o Etios deu ré, se abaixou e acabou batendo em um muro. O carro rodou na pista e bateu no portão de uma casa. Após os disparos, os criminosos fugiram em um veículo prata e até hoje não foram encontrados.
Bianca teve oito perfurações por todo o corpo e morreu dentro do carro. O jovem foi atingido no braço esquerdo, no abdômen e no dorso direito. Ele conseguiu fugir em meio aos disparos e se esconder. Depois, pediu ajuda na casa de um vizinho, onde ficou até a chegada do Samu. Além de questionar a demora, a mãe de Bianca alega ter sido mal recebida na delegacia.
Questionada, a Polícia Civil informou que as investigações na Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Mulher (DHPM) estão em andamento, e diversas diligências foram feitas.
“Os policiais estão trabalhando com afinco, todos os dias, com o objetivo de prestar o melhor serviço aos parentes das vítimas, não só desse caso, mas de todos que possuem inquérito em aberto na delegacia”, respondeu a Polícia Civil.
Crime filmado, mas sem solução
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
Em um cenário de impunidade e demora na prisão de assassinos, diversas famílias enfrentam a dolorosa espera por justiça. São relatos de luto e revolta que se estendem por meses e até anos.
A família do cinegrafista Leonardo Vieira, de 34 anos, é uma delas e está com esperança de que os responsáveis pela morte de Leonardo sejam presos.
O cinegrafista foi assassinado a tiros dentro de uma distribuidora de bebidas, há oito meses, no bairro Novo Horizonte, na Serra. O estabelecimento fica na avenida Brasil. A motivação do crime é um mistério. A Polícia Civil foi questionada, mas até o fechamento da edição não emitiu resposta.
Câmeras de segurança flagraram o momento do crime. Nas imagens, aparece o suspeito entrando na loja e depois saindo dos fundos do estabelecimento em direção à vítima, que está encostada no balcão. O suspeito ataca a vítima pelas costas e, mesmo com o homem caído no chão após ser atingido na cabeça, continua atirando. Um outro homem, que estava no local, sai correndo assustado.
“É uma saudade grande, uma dor imensa. Em algumas noites, vou para a cama e fico pedindo a Deus para me dar um sonho com meu filho porque eu o amava. Ele era humilde, trabalhador e era tudo para mim. Agora, levaram um pedaço do meu coração”, disse a mãe da vítima, a dona de casa Carmem Maria Vieira, de 56 anos.
Discussão familiar termina em tragédia em Guarapari
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
Outra família que vive a dor da perda e a luta por justiça é a de Fernanda Pereira, de 24 anos. Há sete meses, uma discussão familiar acabou em tragédia na região de Jacarandá, zona rural de Guarapari. Fernanda da Silva Pereira foi morta a tiros pelo próprio irmão – por parte de pai –, Davison Pereira, de 46 anos.
A namorada da vítima, uma autônoma também de 24 anos, levou a família para avaliar a situação do sítio, do qual Fernanda é inventariante em um processo judicial. No entanto, durante as conversas, o assassinato aconteceu.
Leia mais
Corpos em decomposição são encontrados em área de pasto de Cariacica
Ex-namorada de Lucas Souza é assassinada no Rio de Janeiro
Na época, uma viatura da Polícia Militar foi até o sítio após o ocorrido, onde foram informados de que a vítima e o tio foram para um local mais afastado para conversar sobre uma herança da família.
Durante a conversa, o irmão da vítima fatal, que mora no sítio, pegou uma faca para agredir os dois familiares que estavam conversando, mas eles retiraram a arma da mão do agressor. Após se desfazerem do objeto, o suspeito voltou com uma arma de fogo e efetuou vários disparos contra a irmã e o tio.
Flaviana Ventura, mãe de Fernanda, relata sua indignação:
“Ela levou quatro tiros de forma injusta. Só estava conversando sobre o terreno do pai e tiraram a vida da minha filha. Enquanto isso, o assassino está solto e nada vai trazê-la de volta, mas toda a família não vai descansar enquanto ele não pagar pelo que fez. A Fernanda era uma menina que lutava pelos seus ideais, defendia suas opiniões. Agora, nós seremos determinados por ela até que ele pague”.
outros Casos
Baleado na praia
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
Um empresário de 50 anos foi baleado enquanto dirigia na Praia de Itaparica, Vila Velha. O suspeito se aproximou e atirou, mas há 9 meses não foi preso.
Porteiro fuzilado
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
Um porteiro, de 21 anos, foi morto com mais de 20 tiros de fuzil há 30 dias. Para a polícia, ele era inocente e foi vítima de um ataque no bairro Ulysses Guimarães, Vila Velha. Tudo foi filmado por câmeras, mas ninguém foi preso.
Empresário morto
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
O empresário Nilton Ferreira foi morto a tiros em seu sítio em Bubu, Cariacica. Já se passaram 17 meses e ninguém foi preso e a motivação é um mistério.
Leia mais
Motorista de transporte escolar é preso suspeito de estuprar crianças no ES
Homem é preso ao receber pelos Correios encomenda com R$ 1.000 em notas falsas