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Saúde

Chegada aos 50 anos exige cuidados extras

Consumo de proteínas e de alimentos com fontes de cálcio são fundamentais para a manutenção da integridade da massa magra

Chegada aos 50 anos exige cuidados extras
- Norma Maria Silva buscou ajuda após se sentir cansada e indisposta
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Camila Lima

Jornalista formada pela Faculdade Estácio de Sá de Vitória, atua há 7 anos no jornal A Tribuna. Integrante da editoria de Cidades, tem como principal foco a cobertura de saúde, área na qual construiu sólida experiência em reportagens, entrevistas e coberturas de eventos pelo Brasil. Apresenta o podcast Fala, Doutor, dedicado a levar informação acessível e de qualidade sobre medicina e bem-estar ao público.

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Comer de forma saudável é fundamental em qualquer fase da vida, segundo especialistas. Mas, após os 50 anos, o cuidado com o que se consome deve ser redobrado.  

O nutrólogo e cirurgião Roger Bongestab, especialista em obesidade, destaca que, nesta fase, o consumo de proteínas e de alimentos com fontes de cálcio são fundamentais para a manutenção da integridade da massa magra (muscular e óssea). 

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“Alimentos ricos em ômega 3 e ômega 9, pelos benefícios anti-inflamatórios em sistema nervoso e cardiovascular, também se fazem fundamentais”, ressalta Roger, que também é professor de Nutrologia do Hospital Albert Einstein, da Nutrology Academy e da Emescam.

O nutrólogo e endocrinologista Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), frisa que, após os 50 anos, uma ingestão maior de cálcio, zinco e vitamina D favorece  o não desenvolvimento de osteopenia e osteoporose (doenças que acometem os ossos), há menor replicação viral e maior resistência imunológica.

“Nesse aspecto, a atividade física rotineira, de 7 a 10 mil passos por dia, junto com o sono de sete a oito horas por noite também são hábitos que favorecem a saúde”, pontua.

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A endocrinologista Gisele Lorenzoni lembra que, nesse período da vida, a mulher entra na menopausa, tendo alterações hormonais que comprometem a qualidade de vida. 

“Alimentos inflamatórios, como açúcar e gordura, podem piorar esses sintomas, fazendo com que a mulher ganhe peso, podendo desencadear doenças como diabetes e hipertensão”.

Preocupada com a saúde, a pedagoga Norma Maria Silva, 60, buscou uma nutricionista em setembro do ano passado.

“Fui em busca de saúde e do emagrecimento. Estava me sentindo cansada e indisposta. Tenho consumido menos carboidrato e mais verduras e legumes, me exercito quatro vezes na semana e já perdi 15 quilos, tomando cerveja no fim de semana. Tudo liberado pela nutricionista”.

Aos 52 anos, a esteticista Marluce Pancieri é adepta de atividades físicas como ciclismo, musculação e corrida de rua. Apesar de não seguir uma dieta, evita doces, alimentos gordurosos e massas. 

“Faço acompanhamento com nutróloga e tomo vitaminas, de acordo com a necessidade do meu corpo. Busco um estilo de vida saudável e longevidade”.

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