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Após o duelo entre “Barbie” e “Oppenheimer”, que lotou os cinemas do Brasil na última semana, é a vez do público receber uma dose e tanto de ação em mais uma produção protagonizada pelo astro britânico Gerard Butler, 53.
Além dos longas de sucesso continuarem na programação, estreia hoje em boa parte das salas do Espírito Santo “Missão de Sobrevivência”. Prometendo cenas de tirar o fôlego e eletrizantes, o filme traz espiões internacionais, muitos tiros e explosões.
Dirigida por Ric Roman Waugh, de “Invasão ao Serviço Secreto” (2019) e “Destruição Final – O Último Refúgio” (2020), a nova produção tem Butler dando vida a Tom Harris, um agente secreto que enfrenta uma corrida contra o tempo para sobreviver a uma missão.
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Após ter sua identidade revelada durante uma ação no Afeganistão, o protagonista se vê encurralado em meio a um território hostil.
Para fugir, ele e seu tradutor precisam sair do deserto e chegar o mais rápido possível em uma base na cidade de Candaar, escapando de forças de elite inimigas e de espiões internacionais que querem matá-los.
Quem acompanha o protagonista nessa jornada é o intérprete afegão Mo, vivido pelo ator iraniano Navid Negahban, mais conhecido por sua atuação no longa “Aladdin” (2019) e na série “Homeland”. Toda a gravação foi feita na Arábia Saudita.
“Estar no Oriente Médio nos ajudou a obter um filme autêntico, que confere tridimensionalidade a todos os seus aspectos”, disse o cineasta Ric Roman Waugh.
A veracidade presente no filme é conquistada ainda através do roteiro, já que “Missão de Sobrevivência” foi inspirado em histórias do roteirista Mitchell Lafortune. Ele serviu em missões no Afeganistão como oficial da Agência de Inteligência de Defesa.
“LaFortune viveu essa vida no jogo de espionagem e no mundo militar. Esse nível de autenticidade não vem da pesquisa, vem da experiência”, contou o diretor.
O roteirista relatou que criou os personagens se baseando no que vivenciou na guerra e nas pessoas que conheceu lá.
“Tom Harris é uma combinação de várias pessoas que encontrei. Mo é baseado em uma pessoa real: ele foi um tradutor com quem trabalhei em 2011 e 2013. Meu objetivo era fazer um filme de ação que fosse extremamente respeitoso com o país, com a cultura e com as pessoas que conheci lá”, afirmou.
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“Mansão Mal-Assombrada”
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