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Polícia

Homem entra com arma de festim em escola e causa pânico no Caparaó Capixaba

Suspeito, 31 anos, entrou com arma de festim em escola municipal de Muniz Freire, enquanto estava sangrando; ele foi encaminhado ao Hospital Municipal

Homem entra com arma de festim em escola e causa pânico no Caparaó Capixaba
- Homem entrou na escola no período de alimentação das crianças
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Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

Última atualização



Um homem, 31 anos, precisou ser contido por funcionários de uma escola municipal do bairro Vieira Machado, em Muniz Freire, no Caparaó Capixaba, após entrar na instituição com uma arma de festim e a mão sangrando. O caso ocorreu na manhã da última segunda-feira (31). 

Segundo a Polícia Militar, momentos antes de entrar na escola, o suspeito quebrou a janela da residência de um homem, 65 anos, o que fez com que ele sofresse um corte em uma das mãos. O morador contou que ele efetuou dois disparos com a arma de festim. 

O homem, que, de acordo com a Prefeitura de Muniz Freire, aparentava estar sob o efeito de álcool e em surto, entrou na escola no período de alimentação das crianças, afirmando estar fugindo de alguém, causando pânico e tumulto entre alunos e funcionários. 

Após ser contido e se dirigir ao Pronto Atendimento, o suspeito foi encaminhado ao Hospital Municipal de Muniz Freire, onde recebeu pontos na mão lesionada. 

A arma utilizada pelo homem foi apreendida depois de ser encontrada quebrada. Conforme informado pela PMES, foi confeccionado um Termo Circunstanciado de Ocorrência, em razão da conduta prevista no artigo 41 da Lei de Contravenções Penais — que diz respeito ao ato de provocar alarme ou pânico na sociedade). O morador não manifestou interesse em representar criminalmente contra o suspeito. 

Em nota, a Prefeitura Municipal informou que a ” Secretaria Municipal de Educação acompanha o caso de perto e presta apoio à comunidade escolar” e pontuo que uma “equipe de psicólogos, formada por profissionais da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Municipal de Educação, também atua na unidade, oferecendo acolhimento e suporte aos alunos e profissionais da educação que presenciaram a ocorrência”. 

Por fim, a Prefeitura reforçou que “segurança e o bem-estar dos alunos e profissionais da rede municipal de ensino são prioridades”. 



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