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Polícia

Supermercado é alvo de operação e tem 2 toneladas de alimentos apreendidas

Estabelecimento em Goiabeiras, Vitória, foi alvo de denúncias envolvendo o armazenamento de alimentos em condições inadequadas e insalubres

Supermercado é alvo de operação e tem 2 toneladas de alimentos apreendidas
- Estabelecimento em Goiabeiras, Vitória, foi alvo de denúncias envolvendo o armazenamento de alimentos em condições inadequadas e insalubres
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Atilio Esperandio

Jornalista formado pela FAESA é apaixonado por esportes e especialista em esportes capixaba. Atualmente é repórter multimídia no portal Tribuna Online onde cobre o Brasil e o mundo, além de apresentar o podcast Apita Aí na TV Tribuna Band, sempre falando do melhor do esporte!

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Um supermercado, localizado no bairro Goiabeiras em Vitória, foi alvo de uma operação da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), em conjunto com o o Instituto Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-ES), que teve como objetivo apurar denúncias envolvendo o armazenamento de alimentos em condições inadequadas e insalubres nesta sexta-feira (11).

Durante a fiscalização, foram encontradas diversas irregularidades no local, incluindo a presença de fezes de animais nas gôndolas, restos de alimentos espalhados pelo chão e produtos com embalagens rompidas, possivelmente em decorrência da ação de animais.

Cerca de duas toneladas de alimentos foram apreendidas e retiradas do comércio. Esses produtos irão passar por uma avaliação que verificará a existência de avarias e determinar quais itens estão próprios ou impróprios para o consumo.

Antes de voltar a armazenar alimentos destinados à exposição e comercialização aos consumidores, o estabelecimento deverá realizar a limpeza e a sanitização do local. Uma multa também foi aplicada pelo Procon-ES em razão das irregularidades constatadas.

“Caso sejam identificados alimentos impróprios para o consumo, o responsável pelo estabelecimento poderá responder criminalmente por crime contra as relações de consumo, conforme previsto na legislação, com pena que pode variar de 2 a 5 anos de prisão, além das demais sanções cabíveis”, salientou o titular da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), delegado Eduardo Passamani.


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