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Regional

Alerta de febre amarela e febre maculosa após morte de macacos em Cachoeiro

Mortes de macacos na Floresta Nacional de Pacotuba levaram Vigilância Ambiental a reforçar monitoramento contra as doenças

Alerta de febre amarela e febre maculosa após morte de macacos em Cachoeiro
- Foram registradas mortes de macacos em floresta no Sul do Estado
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Clóvis Rangel

Clóvis Rangel é publicitário e jornalista formado pela Faculdade Pitágoras. Pós-graduado em Redes Sociais e em Sociologia, atua como especialista na editoria de variedades. É repórter do jornal A Tribuna e do portal Tribuna Online, além de professor de Marketing.

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Relatos recentes de macacos encontrados mortos na Floresta Nacional de Pacotuba, em Cachoeiro de Itapemirim, acenderam um alerta para doenças como febre amarela e febre maculosa. A Vigilância Ambiental reforçou o monitoramento na região e definiu novas ações de prevenção.

De acordo com especialistas, os primatas funcionam como sentinelas para a circulação do vírus da febre amarela. Isso significa que a morte desses animais pode servir como um sinal precoce da presença do vírus em determinada área, antes mesmo do registro de casos em humanos.

O assunto foi discutido em uma reunião entre técnicos da Vigilância Ambiental, representantes da Superintendência Regional de Saúde de Cachoeiro de Itapemirim e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio.

Entre as medidas definidas estão pesquisas entomológicas na área da floresta, com coleta e análise de mosquitos transmissores. Também foram reforçadas as orientações de biossegurança para as equipes que atuam em campo, principalmente durante o manejo dos materiais coletados.

O encontro aconteceu na última quinta-feira (14) e a recomendação aos participantes foi é redobrar os cuidados em áreas de mata, utilizar proteção adequada e seguir as orientações das autoridades de saúde durante a permanência nesses locais.

Segundo o gerente da Vigilância Ambiental de Cachoeiro, Fábio Gava, o acompanhamento dos relatos e a atuação integrada dos órgãos são fundamentais para ampliar a proteção da população.

A Vigilância Ambiental informou à reportagem que continuará monitorando as ocorrências de mortes de primatas na região e articulando novas ações com os órgãos envolvidos.



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