No dia 10 de dezembro é celebrado o dia nacional da Inclusão Social, mesma data de instituição dos Direitos Humanos pela Organização das Nações Unidas (ONU), a fim de garantir que a Educação, um direito básico do cidadão, chegue a todos.
A educação inclusiva consiste no fim da divisão “iguais x diferentes”, “normais x deficientes”, ou seja, livre de qualquer tipo de preconceito. A inclusão do aluno é feita de forma que todos frequentem completa e sistematicamente as salas de aula nas escolas comuns.
Diferente da educação especial, que promove o desenvolvimento potencial dos indivíduos com deficiência, atendendo de acordo com as diferenças individuais, a educação inclusiva, abrange uma modalidade de ensino onde os alunos convivem e aprendem juntos, promovendo assim a diversidade.
Para que a educação inclusiva funcione na prática, é preciso perceber o aluno em suas diferentes características, considerando sua trajetória de vida, condição social, emocional, física e intelectual, abrindo assim um mundo de possibilidades no que tange o processo de aprendizagem. Ainda que algumas necessidades interfiram nesse processo, a escola deve estar preparada e dispor de recursos e apoio especializados que garantirão o sucesso da inclusão.
A educação inclusiva, responde às demandas do mundo contemporâneo, estimula habilidades morais, que apesar das tensões e conflitos, terminam numa convivência democrática, onde só cabe uma educação melhor para todos.