- Vitória, ES 23°C

Vitória 23°C

Publicidade: Combate os sintomas da gripe
Brasil

Interpol oferece ajuda nas buscas de irmãos desaparecidos desde janeiro no Maranhão

Ágatha, de 6 anos, e Allan, de 4, desapareceram no início do ano na zona rural do Maranhão. Indícios apontam que uma delas pode estar nos EUA

Interpol oferece ajuda nas buscas de irmãos desaparecidos desde janeiro no Maranhão
- Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, desaparecidos desde janeiro em Bacabal, no Maranhão

Última atualização



A Interpol ofereceu apoio às buscas por Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, desaparecidos desde janeiro em Bacabal, no Maranhão. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 8, por Nathaly Moraes, advogada da família, em um vídeo publicado nas redes sociais.

Segundo a advogada, ela foi procurada pelo Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal, que colocou à disposição da família ferramentas da Interpol que poderão ser utilizadas nas buscas. Os recursos também poderão auxiliar na repatriação dos irmãos caso eles sejam localizados em outro país.

“[A Interpol] ajuda tanto na busca das crianças quanto na repatriação, caso elas sejam encontradas em outros países”

Ágatha e Allan desapareceram em 4 de janeiro de 2026, na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, a cerca de 250 quilômetros de São Luís. Os irmãos estavam acompanhados do primo Wanderson Kauã, de 8 anos, que foi encontrado vivo três dias depois, em 7 de janeiro.

Possível localização de Allan nos Estados Unidos

Nas últimas horas, a procura pelo termo “Estados Unidos crianças desaparecidas” no Google Trends ganhou relevância em razão de a Interpol ter oferecido apoio nas buscas pelos irmãos desaparecidos em Bacabal.

Em entrevista coletiva nesta quarta-feira, 9, após reunião com a Polícia Federal, a advogada afirmou que há um indicativo de que uma criança localizada nos Estados Unidos possa ser Allan. Para confirmar a identidade, deverá ser coletado material genético da mãe, Clarisse Cardoso, e feito o confronto com o DNA da criança.

“Existe um indicativo de que essa criança possa ser o Allan. O material genético da mãe deve ser coletado para que seja feito o confronto com o material genético da criança que está nos Estados Unidos”

Dificuldades na identificação das crianças

De acordo com a advogada, Ágatha e Allan nunca tiveram documentos de identificação, o que dificultou a inclusão de informações sobre eles em bases de dados oficiais e também a identificação de possíveis crianças localizadas.

Agora as autoridades devem confrontar o material genético da mãe com o da criança localizada nos Estados Unidos. Clarisse acredita que os filhos estão vivos e foram sequestrados. Segundo ela, as características de uma criança vista em fotografias chamaram sua atenção.

“Não dá para ter certeza, mas cada característica lembra o Michael”



Mais Lidas

Ver tudo ›