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Pastor e deputado estadual diz que se excedeu ao ver cena de agressividade gravada

Durante ato pró-Anistia no Rio, parlamentar admitiu ter se excedido, mas alegou que reagiu para se defender após empurra-empurra com seguranças

Pastor e deputado estadual diz que se excedeu ao ver cena de agressividade gravada
- Pastor e deputado Júnior tércio
Foto de perfil de Aline Moura

Aline Moura

Aline Moura é formada pela UFPE, trabalhou como repórter de Política, Editora Assistente de Produção de Política e repórter especial do Diario de Pernambuco, num período de 15 anos, onde atuou em todas as áreas, exceto esportes. Também teve experiência de quatro anos como gerente de comunicação da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco e voltou ao jornalismo para integrar a equipe do Portal da Tribuna Online como repórter.

Última atualização



Um vídeo que circula nas redes sociais do deputado estadual e pastor Júnior Tércio (PP-PE) esbravejando, dizendo que é “deputado” e gritando com seguranças continua repercutindo nas redes sociais.

Nas imagens, ele ainda aparece dando um tapa em alguém que não foi identificado e colocando o dedo em riste.

Tudo aconteceu num evento pró-Anistia realizado com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro no dia 16 de março, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Os veículos de imprensa que cobriram a manifestação política disseram que o ato contou com a presença de 18,3 mil pessoas.

As imagens de Breno Ezaki foram divulgadas pelo Metrópoles. Posteriormente à divulgação do vídeo, o deputado chegou a gravar uma live ao lado da esposa, a deputada federal Clarissa Tércio (PP), para explicar o assunto.

Clarissa começa falando da grandiosidade do evento, criticando a mídia por dizer que não teve expressividade.

Depois, ela volta a falar novamente sobre a necessidade de anistia para as pessoas que participaram de atos de vandalismo no dia 8 de janeiro de 2024. Cita uma mulher, sem dizer o nome, que apenas havia pichado uma “estátua com um batom”, permanecendo presa, sem poder cuidar dos filhos.



Logo após, Júnior Tércio comenta sobre o episódio do empurra-empurra no evento de Bolsonaro. Ele admite que se excedeu, mas explicou ter feito isso para se defender.

O deputado contou que ele e Clarissa estavam em uma área reservada para lideranças políticas e autoridades quando um segurança começou a empurrar mulheres e crianças.

Segundo ele, a esposa levou uma cotovelada na barriga. “Eles iam passando por cima, isso num lugar reservado, só autoridades, era um lugar controlado, passaram empurrando mulher, menino, eu chamei a atenção de um segurança que veio para cima de mim e parece que estou empurrando ele. Quando a gente olha (para o vídeo), eu digo: não era para ter feito isso, eu me excedi, mas me excedi para me defender. Tem gente dizendo que a gente queria chegar perto de Bolsonaro, mas já estávamos num lugar reservado, por isso a gente estranhou ao ver esse segurança empurrando mulher, menino, declarou.

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