- Vitória, ES 23°C

Vitória 23°C

Publicidade: Combate os sintomas da gripe
Brasil

Polícia investiga se adolescentes causaram morte de cão comunitário em SC

'Orelha' foi encontrado agonizando por uma moradora após receber pauladas na cabeça

Polícia investiga se adolescentes causaram morte de cão comunitário em SC
- Ele vivia havia cerca de 10 anos na praia com outros animais de rua, que eram alimentados e cuidados pela comunidade
Foto de perfil de Ana Carolina Carnelli

Ana Carolina Carnelli

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo e pós-graduada em Marketing e Mídias Digitais pela Universidade de Vila Velha. Tem experiência em escrita de textos jornalísticos, apresentação de podcasts, produção, assessoria de imprensa e cobertura de eventos. Também já atuou na criação e edição de conteúdo para mídias sociais.

Última atualização


A polícia investiga se adolescentes são responsáveis pelo espancamento de um cão comunitário que morreu na Praia Brava, em Florianópolis, no meio do mês.

O cachorro Orelha foi encontrado agonizando por uma moradora após receber pauladas na cabeça. Ele vivia havia cerca de 10 anos na praia com outros animais de rua, que eram alimentados e cuidados pela comunidade.

O animal foi levado ao hospital veterinário e precisou passar por eutanásia por causa da gravidade dos ferimentos. A Polícia Civil confirmou que uma investigação foi aberta sobre o assunto em 16 de janeiro, após um boletim de ocorrência ser registrado.

Morte do animal causou comoção coletiva, afirma associação de moradores. Em nota, a Associação Praia Brava lamentou o caso e disse que aguarda o “correto esclarecimento dos fatos”. Moradores fizeram uma manifestação no sábado pedindo Justiça pelo animal.

Adolescentes que teriam agredido o animal serão ouvidos pela Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso, segundo o Ministério Público de SC. Alguns depoimentos já foram tomados pela polícia, mas as próximas oitivas devem acontecer nesta semana, segundo projeção dos órgãos.

Caso o envolvimento deles com o caso seja comprovado, eles receberão medidas socioeducativas ou responderão por ato infracional. Segundo o MPSC, as punições previstas em lei vão de advertências, serviços à comunidade e liberdade assistida até, em casos excepcionais, internações.

Caso é investigado pela promotoria da Infância e Juventude e pela promotoria de Meio ambiente de Florianópolis. O Ministério Público afirmou que acompanha as investigações. Após conclusão do inquérito policial, o órgão vai analisar as denúncias.



Mais Lidas

Ver tudo ›