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Caçadores de Destinos

Lazer em conexão com a natureza em Itarana

Formação rochosa que inspira o nome do município existe de verdade e é um de seus cartões-postais

Lazer em conexão com a natureza em Itarana
- Pedra da Onça: formação rochosa que dá nome à cidade
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Kamila Rangel

Apresentadora do Programa Caçadores de Destinos, que vai ao ar na TV Tribuna / Band, e escreve as reportagens do Caçadores de Destinos no jornal A Tribuna e no portal Tribuna Online

Última atualização



Do tupi, Itarana significa “pedra da onça” e carrega na própria origem um convite à aventura. A formação rochosa que inspira o nome do município existe de verdade e é um dos cartões-postais mais emblemáticos da região. Com mais de mil metros de altitude, ela domina a paisagem e atrai quem busca emoção e lazer em contato com a natureza.

Mais do que contemplá-la, dá para chegar ao topo dela, em uma trilha formada na própria estrutura rochosa.

Para os que preferem só admirá-la, da Estância Pedra da Onça se tem uma das vistas mais privilegiadas do interior capixaba. Os olhos se perdem no reflexo, no lago, da rocha icônica. E todos os sentidos se satisfazem, no empreendimento que tem hospedagem, restaurante e lazer para as famílias.

A proprietária do local, Elina Gomes da Silva Bridi, dá as boas-vindas aos visitantes, mas quem rouba a cena mesmo é a Fofucha, uma porca gigante que pode ser considerada um dos atrativos do local.

Não paga para entrar na Estância, só mesmo o consumo no restaurante, aberto ao público de sexta a domingo e em feriados; atividades como tirolesa e pedalinho e a hospedagem de quem vai até lá para desfrutar dias de sossego e lazer em conexão com a natureza.

“Os chalés ficam disponíveis todos os dias. Visitantes e hóspedes podem trazer carne para fazer churrasco aqui e comprar conosco carvão e guarnições para acompanhar”, explica Elina.

A poucos quilômetros da Estância, perto do limite entre Itarana e Santa Teresa, outro cenário surpreende quem sobe a serra: a Capela de Santa Luzia. Construída sobre uma imensa formação rochosa, o pequeno templo fica a 935 metros de altitude. Para chegar até lá, é preciso encarar uma estrada de chão que exige atenção redobrada dos motoristas, especialmente nos trechos mais íngremes. O percurso é parte da experiência emocionante.

Erguida em 1946 por iniciativa de três famílias tradicionais da comunidade, a capela substituiu uma antiga construção de madeira que reunia os moradores locais. Desde então, tornou-se ponto de fé, história e contemplação. A celebração mais tradicional ocorre por lá sempre no dia 13 de dezembro, quando devotos se reúnem para homenagear Santa Luzia.

A paisagem lá do alto é simplesmente sensacional, principalmente quando a natureza dá de presente um pôr do sol digno de lotar o rolo da câmera e ficar eternizado também na memória e no coração.







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