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Cidades

30 embarcações são apreendidas por irregularidades durante operação no ES

Fiscalização da CPES abordou 4.050 embarcações e emitiu 170 notificações; navegação noturna de motos aquáticas lidera apreensões

30 embarcações são apreendidas por irregularidades durante operação no ES
- "A moto aquática tem uma carteira de habilitação específica”, Leonardo Capobianco, 2º tenente, encarregado da Divisão de Cadastro da Capitania dos Portos do Estado
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Will Anholetti

Will Anholetti é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Língua Portuguesa e docência no Ensino Superior. Repórter multimídia, escreve para A Tribuna e Tribuna Online.

Última atualização


Trinta embarcações foram apreendidas por irregularidades durante a Operação Navegue Seguro 2025/2026, realizada pela Capitania dos Portos do Espírito Santo (CPES), entre dezembro de 2025 e março de 2026.

Das 30 embarcações retiradas de circulação, 27 foram apreendidas neste ano. Ao todo, 4.050 embarcações foram abordadas durante as ações de fiscalização no litoral capixaba e 170 embarcações foram notificadas por irregularidades.

Segundo o capitão de fragata Madson Vinicius Aguiar Siqueira, chefe do Departamento de Segurança do Tráfego Aquaviário (STA) da CPES, entre as ocorrências, a navegação noturna de motos aquáticas aparece como uma das principais irregularidades. Segundo o capitão, é também a situação que mais resulta em apreensões.

Outras infrações podem levar à retirada da embarcação de tráfego. É o caso, por exemplo, do excesso de pessoas a bordo.

“Não necessariamente eu vou apreender a embarcação, mas com certeza eu já vou retirar ela de tráfego e encaminhar até um porto mais próximo”, explicou.

A fiscalização também verifica o uso correto dos coletes. O equipamento deve estar disponível para todos os ocupantes e ser adequado ao tamanho de cada pessoa, especialmente crianças.

O capitão reforça ainda que a moto aquática não deve ser tratada como brinquedo e só pode ser conduzida por pessoa habilitada. “Ela não é um brinquedo e não é uma moto. Ela tem um sistema que não é só acelerador. Então, existem coisas específicas do uso daquela moto aquática que são muito graves”, afirmou.


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