- Vitória, ES 25°C

Vitória 25°C

Publicidade: Combate os sintomas da gripe
Cidades

“As coisas vão melhorar”: torcedores capixabas avaliam classificação do Brasil

Com ponto facultativo e saídas antecipadas, torcida lotou bares na Rua da Lama e na Praia do Canto para ver Brasil 2 x 1 Japão

“As coisas vão melhorar”: torcedores capixabas avaliam classificação do Brasil
- Torcida comemorou o segundo gol da Seleção após sufoco do empate com o Japão. Alguns torcedores até gritaram “Eu acredito!” antes do fim da partida
Foto de perfil de Fernanda Coutinho

Fernanda Coutinho

Fernanda Coutinho é jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em 2007, e tem aproximadamente 20 anos de experiência na profissão. É repórter multimídia das editorias de Cidades e Polícia do Jornal A Tribuna, com reportagens também publicadas no portal Tribuna On-line. Escreve reportagens especiais semanais para a editoria de Polícia do Jornal A Tribuna. Tem experiências com apresentações de podcasts e videocasts, além da participação ao vivo em telejornais da TV Tribuna, em colaboração com apresentadores, em casos de repercussão. Na função de redatora, atuou por 9 anos em editorias como Polícia, Cidades, Economia e Política do jornal impresso.

Última atualização



A torcida fez a festa nos bares da Grande Vitória nessa segunda-feira (29) com a vitória do Brasil sobre o Japão por 2 x 1, na 2ª fase da Copa do Mundo.

Com órgãos públicos que decretaram ponto facultativo e empresas que liberaram funcionários mais cedo, o clima era de feriado. Na Rua da Lama, em Jardim da Penha, e na Praia do Canto, a torcida viveu momentos de apreensão, com o Japão saindo na frente.

O que disseram os torcedores

O gestor de loja Alexandre Rodrigues, 46 anos, é descendente de indígenas e contou que tem o apelido de “Japa” por causa do formato dos olhos. Com a camisa da Seleção e uma corneta, ele fez a festa na Praia do Canto.

“Já me perguntaram se torço pelo Brasil ou pelo Japão, mas é claro que minha torcida é pelo nosso País. Sou descendente de indígenas”, destacou.

O Japão marcou aos 29 minutos do primeiro tempo e, aos 38 minutos, a torcida gritava nos bares da Praia do Canto: “Eu acredito!”.

Na sequência, quando a imagem de Neymar foi mostrada no banco de reservas, o jogador foi muito aplaudido.

Os gols de Casemiro e Martinelli foram comemorados com muita euforia, fogos de artifício e confetes. A entrada de Endrick também rendeu muita comemoração entre os torcedores.

O administrador Antonio Rossi, 62, estava com uma bandeira do Brasil e uma buzina, comemorando a vitória da Seleção.

“Eu achei que foi um bom jogo. Brasil jogou bem, como o Japão também. É aquela coisa, né, alguém tinha que sair de casa. E Brasil, graças a Deus, deu a sorte de fazer o segundo gol, deu a vitória para gente”, destacou o administrador.

Em clima de total descontração, a professora de beach tennis Bianca Soledade, 40 anos, disse que o Brasil, ganhando ou perdendo a Copa do Mundo, vai ser hexa “de qualquer jeito”.

“A gente é hexa de qualquer forma. Porque se a gente ganhar, a gente é hexacampeão da Copa do Mundo de Futebol. Se a gente perder, são seis Copas sem ganhar, pois vencemos pela última vez em 2002. Brincadeiras à parte, eu acredito muito no hexa, da nossa sexta estrela. Eu quero essa estrela na camisa da nossa Seleção”, afirmou.

Cenas da torcida

“Esperança até o último minuto”

O grupo de amigos formado pela personal trainer Carolina Barbieri, 36 anos; pelo advogado Erivelton Araújo, 27, e pelas empresárias Jocimara Totolla, 36, e Joyce Maia, 30, assistiram ao primeiro tempo apreensivos no Bar do Joaquim, na Praia do Canto.

“Está um jogo muito tenso, muito difícil, o Brasil está atacando pouco, mas ainda estou com esperança até o último minuto. Nós vamos virar, Brasil!”, afirmou Jocimara Totolla antes do fim da partida.



Mãe e filho juntos na torcida

A enfermeira Engre Beilke Tenório, 47 anos, assistiu ao jogo com o filho César, 13, na Praia do Canto. Ela afirmou que o Brasil tem um time bom, “é só saber jogar”.

Engre observa que os melhores jogadores ficaram marcados e os outros tiveram que jogar.

“Foi legal, tanto que foram dois gols de pessoas que a gente nem imaginava (Casemiro e Martinelli). Foi bem legal por conta disso. Mostra que o Brasil tem mais do que um só ou dois jogadores bons”.



Bandeira do Brasil no rosto

O bancário Gabriel Vanini, 29 anos, estava tão confiante na Vitória da Seleção que, literalmente, foi com a bandeira do Brasil no rosto e uma réplica da taça da Copa do Mundo torcer na Praia do Canto.

“O Brasil merece esse voto de confiança. O povo brasileiro quer ser feliz. A taça já está na mão”, brincou ele. Gabriel considera que Neymar deveria ter entrado em campo. “Neymar merece muito”, ressaltou.



Fala, torcedor!





Mais Lidas

Ver tudo ›