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Morre universitária atingida por carro em avenida de Jardim Camburi

Gabriela Sartório estava internada em estado grave; motorista envolvido no acidente estava com a CNH vencida e admitiu ter ingerido bebida alcoólica

Morre universitária atingida por carro em avenida de Jardim Camburi
- Gabriela Sartório tinha 45 anos e deixa quatro filhos
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Andressa Antunes

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, atua como repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, gestão estratégica de redes sociais, cobertura de eventos e produção de videocasts.

Última atualização



A universitária atingida por um carro enquanto pedalava pela avenida Norte-Sul, em Jardim Camburi, em Vitória, não resistiu aos ferimentos e morreu. A informação foi confirmada através das redes sociais da vítima, identificada como Gabriela Sartório, na manhã desta sexta-feira (24).

“Gabriela foi uma guerreira que lutou bravamente pela sua vida. Pedimos orações para que ela possa ser recebida nos braços do Senhor”, diz a publicação.  

A estudante de Nutrição de 45 anos estava internada em estado grave desde o dia do acidente, na última terça-feira (21), entubada e em coma induzido. Segundo a ocorrência da Polícia Militar, Gabriela foi atingida pelo carro quando andava de bicicleta na faixa direita da avenida. 

O motorista envolvido no acidente, que admitiu ter ingerido bebida alcoólica, foi preso após o teste do bafômetro. Ele também estava com a carteira de habilitação vencida há mais de 30 dias. 

Ela deixa quatro filhos. Ainda não há informações sobre o velório e sepultamento da universitária.

Procurada pela reportagem, a Polícia Civil informou que o motorista, de 26 anos, segue preso e foi autuado em flagrante por praticar lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, com o agravante de conduzir o veículo com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência.

A corporação explicou, ainda, que a autuação em flagrante não sofre alterações, mesmo após a morte da vítima. “O que pode ocorrer é que, durante as investigações, a autoridade policial pode modificar a tipificação do crime no momento do indiciamento, considerando novas provas e análises”, explicou, por nota.



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