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Menino de 2 anos fica ferido após mordida de cachorro no Sul do ES

De acordo com o relato da mãe, o cachorro, de oito anos, era considerado dócil com adultos e ficava na varanda da casa

Menino de 2 anos fica ferido após mordida de cachorro no Sul do ES
- Segundo a família, Noah segue internado, medicado com analgésicos e antibióticos, e apresenta quadro estável
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Clóvis Rangel

Clóvis Rangel é publicitário e jornalista formado pela Faculdade Pitágoras. Pós-graduado em Redes Sociais e em Sociologia, atua como especialista na editoria de variedades. É repórter do jornal A Tribuna e do portal Tribuna Online, além de professor de Marketing.

Última atualização



Um menino identificado como Noah, de 2 anos, ficou ferido após ser atacado por um cachorro da raça American Bully, na tarde de quinta-feira, 29 de dezembro de 2025, em uma residência da família, localizado em Castelo, no Sul Espírito Santo.

A criança foi socorrida às pressas e precisou ser transferida para atendimento médico especializado em Cachoeiro de Itapemirim.

De acordo com o relato da mãe, Luana Menário, o cachorro, de oito anos, era considerado dócil com adultos e ficava na varanda da casa. A criança não tinha contato direto com o animal. Após a família chegar em casa, o menino brincava na sala quando percebeu que a porta da cozinha não estava totalmente fechada. Ele abriu a porta e foi até a varanda, possivelmente para fazer carinho no cachorro.

Pouco depois, Luana e o pai da criança ouviram os gritos e correram até o local. Noah foi encontrado caído no chão, com o cachorro sobre ele, apresentando ferimentos graves no rosto. Sem o carro no local no momento do ataque, a mãe saiu à rua pedindo socorro até conseguir ajuda. O menino foi levado inicialmente para a Santa Casa do município, onde recebeu os primeiros atendimentos, e posteriormente transferido para Cachoeiro de Itapemirim.

Segundo a família, Noah segue internado, medicado com analgésicos e antibióticos, e apresenta quadro estável. Apesar da gravidade do ocorrido, Luana afirmou que a criança está reagindo bem ao tratamento e classificou o episódio como um livramento.

Abalada, a mãe fez um alerta aos pais e responsáveis, destacando que situações como essa podem acontecer mesmo com animais considerados dóceis. Ela reforçou que a culpa não deve ser atribuída ao cachorro, por se tratar de um animal irracional, mas ressaltou a importância de atenção redobrada em casas com bebês e crianças.

“A gente acha que está no controle, mas tudo pode acontecer. Quem tem criança precisa ter muito cuidado”, afirmou.



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