A empresa americana Regeneron Pharmaceuticals informou que seu coquetel de anticorpos forneceu proteção contra a covid-19 por oito meses e reduziu o risco de contrair a doença em 81,6%, em comparação com um placebo (produto sem medicamento) de um estudo de longo prazo.
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Segundo a farmacêutica, os dados mostram que a droga, chamada Regen-Cov, pode fornecer imunidade temporária de longa duração contra o coronavírus, o que poderia torná-la uma opção atraente para pessoas que não respondem às vacinas porque têm sistema imunológico debilitado.
Os dados foram coletados em um estudo de pessoas com alto risco de contrair o vírus, porque vivem com alguém recentemente diagnosticado com a doença.
Ao longo de oito meses, nenhum dos indivíduos que receberam o medicamento foi internado por complicações da covid-19. Mas, no grupo que recebeu placebos, seis incidentes do tipo foram registrados, disse a Regeneron.
O infectologista Luís Henrique Borges salienta que o resultado do estudo é positivo e importante, porém, o coquetel não é um remédio para uso em ampla escala, e sim para pacientes específicos.
“É para pacientes que têm alta chance de desenvolver a forma grave da doença, e é muito caro”, explicou.
MAPA
Duas microrregiões do Estado já atingiram duas das três metas de vacinação de moradores para migrar para o risco muito baixo (indicado pela cor azul no mapa de risco). As cidades das regiões Sudoeste-Serrana e Central-Serrana faltam apenas alcançar o percentual de 90% de idosos com a 3ª dose.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), no caso dos municípios da região Central-Serrana, faltam ser vacinados cerca de 1.800 idosos com a 3ª dose para que eles atinjam a meta de 90% de imunização desse grupo. Até as 19h30 de ontem, o índice para esse público era de 66,86%.
Já no caso dos municípios da microrregião Sudoeste-Serrana, o número de idosos que ainda precisam ser vacinados com a dose de reforço é de aproximadamente 2.100. A cobertura vacinal desse grupo, até ontem, era de 63,9%.