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Economia

Negociação de venda de universidade não vai incluir a UVV Highline

Presidente da universidade diz que a operação inclui EAD, cursos presenciais e polos, mas deixa de fora a UCL e o UVV Highline

Negociação de venda de universidade não vai incluir a UVV Highline
- UCL está fora da transação
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Redação Jornal A Tribuna

Reportagens produzidas pela equipe de jornalistas da Rede Tribuna, publicadas no jornal A Tribuna.

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Embora a negociação para a venda da Universidade Vila Velha (UVV) ao grupo Clariens, braço de educação superior do fundo soberano Mubadala, envolva toda a estrutura da universidade, nem todas as instituições ligadas à família Dantas fazem parte da operação.

Questionado sobre o que está sendo negociado, o presidente da UVV, José Luiz Dantas, disse: “Trata-se da UVV e de todas as suas atividades: EAD, todos os seus cursos presenciais, os seus cursos híbridos e todos os polos da UVV, inclusive o que fica localizado em Vitória”.

O modelo discutido prevê que a Clariens adquira a operação acadêmica da universidade — incluindo todos os cursos de graduação, pós-graduação e demais atividades educacionais —, enquanto os imóveis permaneceriam pertencentes aos atuais proprietários.

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Já a UCL, localizada na Serra, fica de fora da negociação. “São duas instituições completamente diferentes e independentes. A UVV é uma universidade privada, que é o objeto do desejo do grupo Mubadala, que é o fundo árabe. Ela não foi envolvida nessa tentativa de aquisição. Nela, eu continuo, junto com os demais diretores, conduzindo os trabalhos acadêmicos”.

Ele revelou ainda que o UVV Highline não faz parte do negócio e explicou. “A pós-graduação, que é lato senso, ela também acontece no campos Boa Vista (Vila Velha) e lá seguirá. O Highline ficou de fora, mas todos os polos da UVV ON, inclusive os de Vitória, fazem parte do negócio”.

O presidente da universidade explicou ainda que a venda depende da análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

As partes assinaram um protocolo de intenções, protocolado em 22 de julho, e aguardam a manifestação do órgão, prevista para ocorrer em um prazo de 30 a 60 dias.

Somente após um parecer favorável será possível avançar para um eventual contrato de aquisição.

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