
Uma felicidade diferente da que é vendida pelo mercado atual. Assim define o resultado que é possível conseguir com a espiritualidade o CEO da MP Publicidade, Jean Pierre Debbané. Para ele, o assunto é bastante oportuno.
“O tema é de grande importância, atualíssimo e necessário. O ambiente que se vive no mundo corporativo está pedindo que se busque uma alternativa no sentido da espiritualidade, de uma felicidade que não é só a que o mercado vende, que não completa as pessoas. Vai servir de muita reflexão para a gente no nosso negócio”, observou.
Para o diretor da Contauto, Apolo Rizk Filho, é um desafio aplicar o tema na gestão das empresas, porque cada um precisa analisar o que pode aplicar no dia a dia dos seus negócios.
“Como ele falou, é pensar o por quê das coisas, o por quê de certas atitudes, o por quê de certas ações e levar isso para a empresa. Nós como executivos, como gestores de negócios, nossas ações precisam ser muito bem pensadas e no final a espiritualidade acaba contribuindo em decisões melhores”.
Os empresários acreditam que os resultados são além de financeiros. “No exercício de liderança podemos e devemos observar a junção do emocional, do sagrado, do espiritual com aquilo que é organizacional, executivo, orçamentário e financeiro, isso tem que se fazer com precisão, não uma precisão numérica, mas emocional”, disse o procurador-chefe do MPT-ES, Valério Heringer.