A conquista da Copa do Mundo de Clubes pelo Chelsea, com uma incontestável vitória por 3 a 0 sobre o PSG, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, reforça recados que o futebol insiste em dar: não se ganha de véspera, não importa quão favorito você seja. Venceu a equipe que conseguiu, no jogo que importava, aliar talento individual à capacidade coletiva.
Essas características passam obrigatoriamente pelas atuações da dupla Cole Palmer, autor de dois gols, e de João Pedro, que fez o terceiro, todos no primeiro tempo. Mas vão além. O título premiou a equipe que melhor soube anular as virtudes do PSG e se adaptar aos seus rivais. Mesmo com mais posse de bola, o time francês esteve longe de criar oportunidades.
Com um esquema para fazer pressão média-alta e lançar bolas longas para os atacantes, o Chelsea de Enzo Maresca ignorou os prognósticos de equipe recém-formada contra um trabalho mais consolidado do PSG, atual campeão da Champions League e apontado como a melhor equipe da atualidade.
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