A Polícia Federal explicou nesta quinta-feira (27), um dia depois de ir ao Parque são Jorge, casa do Corinthians, que tais visitas são atos contínuos para “efetuar fiscalizações”, mas que esteve no local apenas em caráter administrativo. A PF analisa documentos de uma empresa que presta serviços de segurança ao clube. O alvo foi a WorkServ Serviços.
A visita dos agentes foi conduzida pela delegacia de controle de segurança privada. Em nota, a Polícia Federal deu o tom da visita, que teve caráter administrativo, e não investigativo.
“A Delesp – Delegacia de controle de segurança privada, tem como uma de suas funções zelar pelo cumprimento da Legislação, das normas e orientações que regem as empresas de Segurança Privada”, diz parte do trecho do comunicado da Polícia Federal.
O texto complementa ainda que essas visitas são atos contínuos. “Uma de suas atividades rotineiras é efetuar fiscalizações naqueles que se utilizam dos serviços de empresas de segurança privada. Nesse sentido, a PF realizou uma fiscalização administrativa em uma empresa de segurança privada que presta serviços para o clube futebolístico a fim de verificar sua regularidade”, diz a nota.
O Corinthians também emitiu um parecer sobre o episódio. De acordo com o clube, que teve um dia agitado, incluindo manifestação de torcedores em protesto pela má fase do clube no Brasileiro, “nada foi encontrado fora da normalidade.”
A parceria teve início neste ano e o time paulista alega que a empresa responde apenas pela escolta das delegações em dias de jogos. O Corinthians informou ainda que a WorkServ Serviços não é responsável pela segurança nem da sede social (Parque São Jorge) e nem da Neo Química Arena.